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Se você quer divulgar seu trabalho na net, o blog é a opção mais interativa, expressiva, informal, personalizada e barata.
Fotos, vídeos, forum de discussão, player no blog, calendário de eventos, seguidores, comunidade, links de redes sociais, link direto com o seu site, clientes e fornecedores, links de suas novas postagens direto no seu twitter, facebook, google friend connect, google buzz e muito mais.

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Luz e Paz
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Mostrando postagens com marcador campanha de marketing. Mostrar todas as postagens
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Falando sobre conteúdo

Bom dia,

Estou trocando os temas do blog esta semana pra que percabam como é interessante ter um blog em flash e com player de música. Este é o Funkyadelic. Foi feito como demonstração de blogs para músicos.




Quero falar um pouco sobre conteúdo em blogs.

É muitíssimo importante que o seu blog seja abastecido de conteúdo sempre, de preferencia 4 dias por semana. Porque?
O conteúdo do seu blog é que define seu público. De que adianta você colocar tags e categorias que não estão de acordo com o seu produto/serviço? Você até gera visitas, mas se estas visitas não acham o que estão procurando no seu blog, você perde um possível admirador e conhecedor da sua marca.

Trabalhamos com Administrando Blogs, e eles são os responsáveis em avaliar, criar e gerar conteúdos e palavras chaves (honestas) para os blogs, de acordo com o briefing do cliente, gerando mais visitas. 

Ah, você pensava que eram os donos dos blogs que faziam isso? Claro que a maioria cuida do seu blog sozinha, mas essas pessoas perdem um tempo precioso, em que podiam estar fazendo outras atividades.

Um requisito muito importante e que consideramos um "plus"(diferencial) dos nossos serviços é a privacidade; nós abastecemos os blogs dos nossos clientes, mas eles estão a par de cada detalhe, eles aprovam ao não tudo o que postamos, pois deixamos as postagens sempre programadas*, além de que ninguém desconfia que não sejam eles a postar.

Nós não fazemos anúncios dos nossos serviços nos blogs contratados. Isso geraria uma conexão que as vezes pode não ser bem vista, dependendo do produto ou serviço.

*Postagens programadas: Data e hora definida para o robot postar o conteúdo.

Um pacote de 1 ano de conteúdo para o seu Blog - R$ 440,00

- Estatísticas
- Palavras chave
- Origens de tráfego
- Feedback para inscritos
- Conexão com redes sociais
- Toolbar personalizada etc

Bom dia de sol pra vocês
Luz e Paz


Prêmio Funarte de Composição Clássica

Estão abertas até 30 de setembro as inscrições para o Prêmio Funarte de Composição Clássica, que selecionará 70 obras inéditas para ser executadas nos concertos da 19ª Bienal de Música Brasileira Contemporânea. Programada para o segundo semestre de 2011, a Bienal está em cartaz desde 1975 e é considerada a mais importante mostra de música erudita do Brasil. Este ano, o Prêmio de Composição Clássica contemplará obras inéditas para orquestras sinfônicas, orquestras de câmara, orquestras de cordas, conjuntos de câmara, solistas, duos e trios, além de composições de música eletroacústica. Os compositores selecionados receberão entre R$ 8 mil e R$ 30 mil. A análise dos trabalhos inscritos caberá a uma comissão externa, composta por sete integrantes de notório conhecimento sobre música clássica. Os critérios de avaliação serão a qualidade da obra e a viabilidade de sua execução. O investimento total da Funarte no Prêmio é de R$ 1,2 milhão.


Suas estatísticas

Os clientes Arte Loja Virtual recebem todos os meses suas estatísticas mensais de acesso aos seus blogs de Portal 13 - MKT digital; equipe responsável pelo SEO e Viral, como vcs podem ver quase 30% dos internautas voltam ao blog abaixo, isso é resultado de um direcionamento correto e honesto das palavras chaves que levam aos blogs.

Veja exemplo:


Inté
P@t

Marketing na rede - Portal 13

www.portal-13.blogspot.com
Marketing Viral
 
 É um método de publicidade utilizado online que é similar ao boca-a-boca. O viral se refere à rapidez com que a mensagem se propaga, e seu propósito não tem nada a ver com danificar nenhum PC, é apenas fazer uma oferta disponível para as massas. O anúncio é disseminado através de links que são incluídos em e-mails, blogs, websites que apontam para um produto ou serviço que este público possa querer, seja ele gratuito ou não.
O termo foi atribuido à empresa Draper Fisher Jurvetson (www.venture-capital.com), depois que seu investimento no Hotmail cresceu dramaticamente. Hotmail automaticamente adiciona um anúncio no fim de todos os e-mails sugerindo que outras pessoas também assinem o serviço. Em 1 ano e meio mais que 12 milhões de pessoas tornaram-se usuários Hotmail.
Marketing viral ou publicidade viral referem-se a técnicas de marketing que tentam explorar redes sociais pré-existentes para produzir aumentos exponenciais em conhecimento de marca, com processos similares à extensão de uma epidemia. A definição de marketing viral foi cunhada originalmente para descrever a prática de vários serviços livres de email de adicionar publicidade às mensagens que saem de seus usuários. O que se assume é que se tal anúncio ao alcançar um usuário "susceptível", esse usuário será "infectado" e reenviará o email a outras pessoas susceptíveis, "infectando-as" também. Enquanto cada usuário infectado envia um email a mais do que um usuário susceptível, em média (ou seja, a taxa reprodutiva básica é maior do que um), os resultados padrão em epidemiologia implicam que o número de usuários infectados crescerá segundo uma curva logística, cujo segmento inicial é exponencial.
De forma mais geral, o marketing viral se utiliza às vezes para descrever alguns tipos de campanhas de marketing baseadas na internet, incluindo o uso de blogs, de sites aparentemente amadores, e de outras formas de astroturfing para criar o rumor de um novo produto ou serviço. O termo "publicidade viral" se refere à idéia de que as pessoas passarão e compartilharão conteúdos divertidos. Esta técnica muitas vezes está patrocinada por uma marca, que busca construir conhecimento de um produto ou serviço. Os anúncios virais tomam muitas vezes a forma de divertidos videoclipes ou jogos Flash interativos, imagens e inclusive textos.
 
 Uma Campanha de Marketing Viral é dividida pelas seguintes etapas:
 
  • Estratégia
  • Criatividade
  • Produção
  • Propagação
  • Monitoramento
 A Transmissão do Marketing Viral

Word of Web(links do tipo envie para seu amigo),
Word of Email(Mensagens, fotos, videos retransmitidos),
Word of IM(Utilizando mensageiros como MSN, Yahoo, GoogleTalk),
Reward for Referrals( incentivos e prêmios para aqueles que trouxerem seus amigos),
Bluetooth(possibilitando a troca de arquivos de vídeo, fotos, texto entre aparelhos móveis)
Word of Mouth que é o boca-a-boca ou Buzz Marketing

O que é Buzz Marketing?

Buzz Marketing é capturar a atenção dos consumidores e da mídia até o ponto em que falar sobre sua marca torna-se divertido, fascinante, digna de ser notícia. É uma maneira de iniciar conversas. O site também salienta que ninguém gosta de marketing intrusivo e que buzz marketing é completamente o oposto.

Buzz ou word of mouth em português podem ser traduzidos como buxixo, boca-a-boca. Portanto Buzz Marketing é focado em dar um motivo para que as pessoas falem de seus produtos e serviços, e facilitar a iniciação deste tipo de conversas.

Todas as técnicas de word of mouth marketing são baseadas em conceitos de satisfação de clientes, diálogos em duas vias, e comunicação transparente. Os elementos básicos são:

- Educar pessoas sobre seus produtos e serviços.

- Indetificar pessoas que compartilham bastante suas opiniões.

- Providenciar ferramentas para que a informação seja facilmente compartilhada.
 
- Para estudar como, onde, e quando opiniões são compartilhadas.

- Para escutar e responder a colaboradores, inimigos ou neutros.

Exemplos de word of mouth marketing ou Marketing boca-a-boca na internet

Buzz Marketing: Utilização de eventos high-profile(que atrai atenção e publicidade) ou alguma notícia para fazer as pessoas falarem de sua marca.

Viral Marketing: Criando mensagens divertidas ou informativas que são feitas para serem passadas adiante de modo exponencial, por email ou eletronicamente.
 
Community Marketing: Formando ou apoiando comunidades que possam criar interesse sobre a marca (como fan clubes, fórum de discussões) providenciando ferramentas, conteúdo, e informação para apoiar estas comunidades.
 
Grassroots Marketing: Organizando e motivando voluntários a participarem em projetos pessoais ou de alcance local.
 
Evangelist Marketing: Cultivando evangelistas, voluntários que são incentivados a tomarem um papel de liderança ativamente espalhando mensangens no seu nome.
 
Product Seeding: Colocando o produto certo, nas mãos certas, na hora certa.
 
Providenciando informações e amostras a pessoas influentes.
 
Influencier Marketing: Identificando comunidades chave e lideres de opinião que podem se interessar em falar sobre sua marca e tem habilidade de influenciar outras pessoas.
 
Cause Marketing: Apoiando causas socias para ganhar respeito e apoio daqueles que se identificam com a causa.
 
Conversation Creation: Anúncios interessantes ou engraçados, emails, jingles, entretenimento ou promoções feitas para começar a atividade de boca a boca.
 
Brand Blogging: Criando blogs e participando na blogosfera, no espirito de comunicação aberta e transparente compartilhando conteúdo de valor que a comunidade de blogueiros possa querer falar a respeito.
 
Referral Programs: Criando ferramentas que permitem clientes satisfeitos indicarem você aos amigos deles.
 
 
Marketing de Rede

Marketing multinível (MMN), também conhecido como marketing de rede, é um sistema de marketing caracterizado pela formação de uma rede de contatos através da indicação de novos associados, por parte dos antigos.

De acordo com Will Marks o marketing de rede é um sistema de distribuição, ou forma de marketing, que movimenta bens e/ou serviços do fabricante para o consumidor por meio de uma rede de contratantes independentes.

Conceito
 
O marketing multinível é um sistema derivado das vendas diretas. Este sistema em forma de rede (networking) tem se consolidado num cenário de revolução organizacional. Segundo alguns estudiosos de administração, o marketing de rede é considerado um sistema mais eficaz em determinadas situações de mercado.

Segundo alguns autores, a globalização alterou a disposição do cenário econômico nos anos 80. Sendo assim, as empresas começaram a caminhar em direção ao marketing de relacionamento, justificando a necessidade de criar vínculos de fidelização com os clientes.

O sistema de marketing multinível possui vários sinônimos. Entre as denominações que o mercado mais utiliza, estão:

Marketing de Rede (MR)
 
Marketing Multinível (MMN)
 
Multi Level Marketing (MLM)
 
Network Marketing (NM)

História
 
O médico e químico Dr. Carl Rehnborg foi um cientista notável ao mesmo tempo em que era um homem com visão inovadora sobre negócios. No início de sua carreira como representante de vendas de companhias americanas na China, na década de 20, Carl decidiu dedicar-se ao estudo sobre nutrição. Após concluir que as pessoas não consumiam as quantidades adequadas de vitaminas, ele desenvolveu a técnica de desidratação e concentração de nutrientes em cápsulas.

Sua importância para a fundação do sistema de marketing multinível deu-se quando ele pensou numa forma diferente de distribuição e comercialização dos produtos de sua empresa (Nutrilite Products Inc.).

Ao contrário dos sistemas de comercialização e distribuição vigentes na época, o marketing multinível se diferenciava pelo fato de criar uma rede de vendedores e distribuidores. Ao mesmo tempo em que realizavam as vendas, distribuíam os produtos e divulgavam a marca através do boca-a-boca, os vendedores tinham a possibilidade de indicar outros vendedores. Além da redução dos custos com logística, disponibilidade de estabelecimentos físicos (escritórios, depósitos, etc.), campanhas publicitárias em meios de comunicação de massa e outros custos envolvidos na comercialização dos produtos, os negócios que se apoiavam no sistema de marketing multinível diferenciavam-se do mercado por conta de seu contato entre empresa, distribuidor e consumidor. Essa relação criava entre empresa e consumidor um laço mais estreito e pessoal.

Ondas
 
A evolução do sistema de marketing multinível divide-se em ondas (períodos). Ou seja, cada onda possui características diferentes no que se refere ao modelo de sistema multinível e suas especificidades. As ondas, historicamente definidas são:

Primeira onda (1941 - 1979)
 
A primeira onda inicia-se logo após a criação do marketing multinível por Carl, quando o primeiro plano de comissões para diferentes níveis foi implantado em sua empresa naquela época. Durante este mesmo período, algumas pessoas e empresas aproveitaram o desenvolvimento do sistema de marketing em rede e desenvolveram o esquema em pirâmide. Este tipo de esquema possui uma estratégia bem parecida com o marketing multinível. Porém, a diferença essencial é que o multinível é uma ferramenta de negócios com o fim comercializar produtos e/ou serviços, ao contrário do sistema em pirâmide, que recruta pessoas com o intuito de movimentar dinheiro somente.

O fim da primeira onda dá-se quando a Comissão Federal de Comércio[3], em 1979, define o marketing multinível como um negócio legítimo, ao contrário do esquema em pirâmide.

Segunda onda (1980 - 1989)
 
No início da década de 80, algumas centenas de empresas que utilizavam o sistema de marketing multinível explodiram nos Estados Unidos. Grande parte delas nascia em garagens e fundos de quintais sem nenhuma estrutura básica de organização. A experiência frustrou muitos negociantes e distribuidores que aderiram ao sistema de marketing multinível. Naquela época, os distribuidores acumulavam milhares de funções, além da necessidade de comprar cada vez mais produtos a fim de subir nos planos de carreira das empresas. Esta quantidade de fatores negativos resultavam em estoques parados, desgaste físico e emocional dos distribuidores e, no final das contas, muito pouca ou nenhuma margem de lucro.

Terceira onda (1990 1999)
 
A terceira onda é caracterizada pela presença de novas tecnologias e mão-de-obra especializada na administração destes tipos de negócios. Neste cenário, executivos profissionais trabalhavam para reverter a imagem do marketing de rede e torná-lo menos árduo para os distribuidores. As companhias apostavam em sistemas informatizados, novas tecnologias de comunicação e técnicas sofisticadas de administração a fim de tornar o marketing multinível mais eficaz. Outro fator de destaque é que as condições dos planos de compensação ficaram mais plausíveis. Ou seja, os distribuidores deixaram de ser pressionados a investir mais tempo e dinheiro do que dispunham para tocar o negócio.
 
Quarta onda (anos 2000)
 
Essa onda levou alguns especialistas a acreditar que o marketing de rede está propenso a crescer ainda mais no século XXI. Prova disso é que grandes empresas multinacionais têm investido em empresas de marketing multinível ou em programas próprios de marketing de rede em suas empresas. Este impacto é resultado da imagem que o marketing multinível tem construído através das empresas que trabalham com o sistema e o aplicam com seriedade.

Quinta onda (previsão)
 
Apesar de não estabelecida, a quinta onda é uma previsão de especialistas do ramo. Segundo eles, a internet representa o caminho mais eficiente para a criação de um bom "network". Afinal, conceitualmente, a internet nada mais é do que uma rede mundial. Além da ampliação da rede de contatos dos distribuidores, a internet seria responsável por agregar inovações no processo de comunicação e relacionamento entre empresas, distribuidores e consumidores.

Modelo de negócio
 
De acordo com a obra de Bernard Lalonde[4], É cada vez maior o número de companhias dispostas a confiar a distribuição de seus produtos e a atenção personalizada a seus clientes a terceiros especializados. O que reforça a ideia de o modelo de marketing de rede ser uma grande tendência em diversos segmentos de mercado.

O marketing multinível faz parte de um conjunto de canais por onde um fabricante pode fazer com que seus produtos cheguem ao seu consumidor. Além do marketing multinível, os outros canais que realizam esta tarefa são: varejo, vendas diretas e vendas por catálogos ou ordem postal.

Varejo: O produto é comercializado através de estabelecimentos como farmácias, mercearias, mercados, etc. Segundo Kotler,[5], o varejo inclui todas as atividades envolvidas na venda de bens e serviços diretamente aos consumidores finais para uso pessoal [...].

Vendas Diretas: A venda direta é um sistema de comercialização de bens de consumo e serviços diferenciados, baseado no contato pessoal, entre vendedores e compradores, fora de um estabelecimento comercial fixo. Este tipo de venda é muito comum quando se trata de cosméticos, perfumes, artigos para o lar e afins. Táticas como vendas de porta-em-porta e reuniões em casa são bastante difundidas pelas vendas diretas.
 
Vendas por catálogo: Como o próprio nome diz, as vendas são realizadas através de revistas e jornais enviados para o consumidor.

Marketing multinível: Este tipo de canal derivou das vendas diretas. Porém, em essência, possui algumas diferenças. A fim de exemplificar o funcionamento do sistema, vamos supor uma ocasião onde o sistema de marketing multinível pode ser aplicado:

Funcionamento
 
Imagine que você é um fabricante que possui um produto que não se adequa aos canais convencionais de varejo, e por isso você contrata representantes de vendas para vender seu produto diretamente ao consumidor.

As vendas estão boas, mas o crescimento da sua base de clientes é limitado pela quantidade de pessoal de vendas. Como encontrar mais força de vendas de qualidade?

Seu pessoal de vendas atual tem amigos, família ou clientes satisfeitos que gostariam de uma renda adicional. Você solicita a seu pessoal de vendas que recomendem alguns.

Você não consegue muitas recomendações porque seu pessoal de vendas está ocupado vendendo e não quer ser incomodado. Você decide oferecer um prêmio para cada recomendação.
 
Seu pessoal de vendas está excitado pela sua oferta de premiação e então você consegue uma boa quantidade de recomendações e novos empregados. Alguns são eficazes e outros nem tanto. Como recompensar os vendedores que recrutam os mais talentosos? E como treinar este novo pessoal?

Você decide basear a recompensa no desempenho e recompensa um vendedor que recruta um novo vendedor pagando uma comissão sobre o que este novo vendedor vende. Isto dá ao seu atual time de vendedores um incentivo para encontrar bons profissionais e treiná-los tanto quanto possível sobre o seu negócio.

Por exemplo, seu vendedor, José, recruta e treina Sônia e Roberto. Sônia recruta e treina Jane e Pedro. Roberto recruta e treina vários de seus amigos. Uma "rede" de vendedores está se formando. Você simplesmente moveu-se das vendas diretas para uma rede de múltiplos níveis ou marketing de rede. Você está pagando as pessoas pelo que elas vendem e também pelos esforços de recrutamento e treinamento que estão criando seu negócio.

Você pode caminhar um passo adiante. Você permite que seus vendedores se tornem negócios independentes. Não existem mais empregados. Você vende a eles seu produto a um preço por atacado e permite que eles vendam a um preço de varejo maior. Eles concordam em seguir a política de sua empresa, mas são empreendimentos independentes. E você, como fabricante, tem um volume e força de vendas em constante expansão.

Estrutura
 
Assim como em outras estruturas empresariais, uma empresa de marketing multinível é composta por cargos e funções específicas em sua estrutura. Ou seja, cada cargo ou função fica responsável por cada etapa do processo. Este conjunto de responsabilidades sustenta a ampliação da rede, consequentemente, a inserção dos produtos comercializados em novos mercados sem deixar de suprir as necessidades dos antigos clientes e distribuidores. Basicamente, os setores, cargos e suas respectivas funções são:
 
Presidente e CEO - Possui responsabilidade total sobre as funções da empresa.
 
Vendas - Responsabilidade sobre os recrutamentos, treinamentos, desenvolvimento e motivação da força de vendas dos distribuidores independentes. O executivo de vendas também é responsável por desenvolver e promover o negócio como um produto, incluindo design e atualização dos materiais do kit de vendas inicial (kit de patrocínio).
 
Marketing - Este setor se encarrega da seleção e manutenção da linha de produto apropriada para que a organização de vendas (distribuidores) possa vender. Fatores como preço, promoção, relações públicas, comunicações de marketing, posicionamento e lucratividades também são responsabilidades inerentes ao setor de marketing, assim como o sucesso de lançamento dos produtos, pesquisas de marketing e análises competitivas.
 
Operações: - O setor de operações dá suporte às etapas de produção, compras, distribuição, embarque de mercadorias e controle de inventários.
 
Suporte Administrativo e Financeiro - Algumas funções como gerenciamento de informações, jurídico, recursos humanos, planejamento financeiro e contábil são as responsabilidades do setor.
 
Desenvolvimento de Produto - O desenvolvimento de produto deve representar uma ação entre representantes de vendas, marketing, operações e financeiro. Essa ação conjunta dos setores forma o Comitê de Desenvolvimento de Produto. A criação e desenvolvimento de um novo produto dependem da exigência do mercado. Esse desenvolvimento deve visar o aumento de pedidos e/ou estímulo para recrutamento de novos distribuidores.
 
Departamento de Suporte - Este departamento deve assegurar a interação entre os distribuidores ou representantes. A importância da ênfase da tecnologia nesse processo é essencial, pois além de transmitir segurança e rapidez no contato com a empresa e os outros setores, transmite-lhes a certeza de estar trabalhando com uma empresa que se preocupa em atingir excelência.

Algumas ferramentas de suporte aos distribuidores são: ligações gratuitas (0800), revistas mensais, informações organizacionais, fax, teleconferências, treinamentos e reuniões, materiais de vídeo e áudio.

Fatores legais
 
Este é um ponto crítico pelo fato de envolver julgamentos éticos e morais em relação ao marketing multinível.
 
Segundo Buaiz: No marketing de rede temos visto que alguns distribuidores estão mais preocupados em utilizar-se de todos os recursos antiéticos mentiras, ilusão e pressão psicológica, por exemplo para promover um crescimento mais acentuado em suas organizações.

A conseqüência destas atitudes é a desconfiança em massa em relação ao sistema de marketing multinível. Milhares de pessoas se decepcionam com o sistema quando descobrem que foram enganadas pela empresa X ou distribuidor Y.

A impressão negativa difundida pelo senso comum resultou na comparação direta entre o sistema de marketing multinível e o esquema em pirâmide.

No final da década de 70, várias diretrizes foram criadas a fim de legitimar as operações de marketing multinível. Dentre elas, as principais são:

a) Os distribuidores foram instruídos a vender (ou usar) 70% dos produtos que compram da empresa com o objetivo de gerar estoques com o único intuito de aumentar o cheque das comissões (front-loading)

b) As empresas deveriam ter uma política de recompra, na proporção de 90% do preço dos produtos, para produtos não vendidos que desistiram de continuar o negócio.

A adoção de normas rígidas e organização das empresas de vendas diretas no Brasil deram origem a uma entidade denominada Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD). Esta entidade passou a adotar códigos de conduta promovidos pela World Federation of Direct Selling Association (WFDSA). Os códigos de conduta visam proteger consumidores e vendedores diretos para alertá-los contra ações de má fé ou descuido nas relações existentes. Dentre os temas abordados estão: critérios de recrutamento, informações sobre produtos, estímulo à formação de estoque, respeito à privacidade do consumidor, critérios e prazos para devolução dos produtos.

Críticas ao Sistema
 
O sistema de marketing multinível ainda está sujeito a muitos questionamentos em relação à sua eficácia.

Alguns argumentos questionam a credibilidade das empresas que trabalham com o marketing multinível. Os dois mais lógicos são relacionados à saturação do mercado e à confiabilidade de algumas empresas de marketing multinível.

Saturação
 
A questão da saturação é matemática. Supondo que na rede cada indivíduo tivesse 10 pessoas sob sua liderança, o número de associados superaria a população mundial alguns níveis logo abaixo do inicial. O resultado seria saturação do negócio e a impossibilidade de expansão.

De fato, a lógica tem sentido. Porém, é importante considerar alguns pontos antes de um julgamento final. Até hoje não há comprovação que sistemas de marketing multinível tenham saturado. Considerando o consumo como um fator dinâmico e regulador de demandas, um negócio estático (não-dinâmico) sequer chegaria ao ponto de saturação. Nem todos estão dispostos a aderir ao sistema de marketing multinível, seja por desconfiança ou por falta de interesse. A gama de serviços e produtos que podem ser oferecidos a nichos e mercados específicos estimula a concorrência e freia a tendência de saturação. Por estes e outros motivos, assim como em outras atividades, o marketing multinível é passível de saturação. Porém, é preciso contextualizar sua aplicação no mercado antes de fazer qualquer afirmação.

Credibilidade negativa
 
É um fator que causa constantes desistências e decepções. Empresas de caráter duvidoso que se aproveitam da ingenuidade de parte da população constroem discursos de lucros altos com pouco trabalho e retorno rápido.
Assim que se comprova que as afirmações de dinheiro fácil são enganosas, os distribuidores que aderiram ao sistema percebem que o negócio não funciona como prometido. Em alguns casos, o investimento de grandes quantias de dinheiro e tempo naquele negócio traz enormes prejuízos aos associados das empresas com credibilidade duvidosa.

Marketing multinível e esquema em pirâmide
 
Algumas empresas têm mascarado o esquema em pirâmide sob o sistema de marketing multinível.
Um esquema em pirâmide é um modelo comercial não-sustentável que envolve basicamente a permuta de dinheiro pelo recrutamento de outras pessoas para o esquema sem que qualquer produto ou serviço seja entregue. Esquemas em pirâmide existem há pelo menos um século. O esquema em matriz usa o mesmo sistema não-sustentável fraudulento da pirâmide, mas nele as vítimas pagam para entrar numa lista de espera de um produto desejável, o qual somente uma pequena parcela dos interessados poderá realmente receber.

Referências
 
MARKS, Will. Marketing de rede: O guia definitivo do MLM (multi-level marketing. São Paulo: Makron Books, 1995.
MILES, Raymond E. & SNOW, Charles C.. Causes of Failure in Network Organizations. Harvard Business School, volume 34, número 4, p. 53-72, 1992.
 
LaLONDE, Bernard J.. HSM Management: Informação e É tempo de integração. Conhecimento para gestão empresarial, Editora Savana Ltda., p.56-62, ano 4, n°21,jul-ago., 2000.
KOTLER, Philip. Administração de Marketing análise, planejamento, implementação e controle. 4.ed. São Paulo: Ed. Atlas, 1996.676p,
MOORE, Angela L. Building a successful network marketing company: the systems, the products, and the know-how you need to launch or enhance a successful MLM company. USA: Prima Publishing, 1998.
BUAIZ, Sérgio. Marketing de Rede a fórmula da liderança : tudo o que você precisa saber para irradiar energia e confiança dentro de suas organizações. Rio de Janeiro: Instituto MLM Brasil, 1998
 
http://www.abevd.org.br
 
E-mail marketing

E-mail marketing é a utilização do e-mail como ferramenta de marketing direto. De acordo com um estudo realizado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, o principal motivo de acesso à Internet no Brasil é o e-mail.

E-mail Marketing e o SPAM
 
Utilizações do E-mail Marketing
 
Benefícios do E-mail Marketing

E-mail Marketing e o SPAM
 
Diferentemente do spam (mensagens indesejadas), é essencial ao e-mail marketing o consentimento do cliente (também chamado opt-in), que pode ser explícito, quando ele mesmo opta por receber, ou implícito, caracterizado por uma relação evidente entre as partes. O email marketing também se diferencia do spam por permitir ao destinatário a opção de se descadastrar a qualquer momento da lista de envio pela qual recebeu o email. Isso se chama "opt-out" e de acordo com o Código de Autorregulamentação para a Prática de Email Marketing, o remetente deverá disponibilizar ao Destinatário a sua política de Opt-out e informar o prazo de remoção do seu endereço eletrônico da base de destinatários, que não poderá ser superior a 2 (dois) dias úteis, quando solicitado diretamente pelo link de descadastramento do E-mail Marketing e 5 (cinco) dias úteis quando solicitado por outros meios, prazos estes contados a partir da data da solicitação comprovada.

Utilizações do E-mail Marketing
 
Seguindo esses princípios éticos, o e-mail marketing pode ser usado na oferta de produtos e serviços, na promoção de itens adicionais e de interesse específico, bem como em campanhas de fidelização, pesquisas de satisfação, cartões comemorativos e de aniversário.

Também é utilizado para envio de informativos periódicos, notícias, artigos e comunicados internos. Na organização de eventos, por exemplo, o marketing por e-mail pode ser aplicado para a distribuição de convites, confirmação de presença e agradecimento de participação.

Benefícios do E-mail Marketing
 
Nesse sentido, as empresas que adotam o e-mail marketing têm uma série de benefícios: proactividade em vez de esperar o interesse do cliente, a empresa pode encontrá-lo; interatividade o cliente interage imediatamente com a mensagem; segmentação é possível direcionar a mensagem por sexo, faixa etária e cidade, por exemplo; personalização a mensagem pode ser facilmente personalizada com informações do cliente; mensuração o retorno da ação realizada é acompanhada em tempo real e custo-benefício.
 
Referências
 
Núcleo de Informação e Coordenação do Comitê Gestor da Internet no Brasil - Perfil do internauta e actividades realizadas
Livro "Estratégias de E-mail Marketing - Como obter resultados através do marketing direto na Internet", de Murilo Gun e Bruno Queiroz

O que significa SEO?

O que é Otimização de Sites (SEO)?

SEO (do inglês Search Engine Optimization) significa otimização para mecanismos de busca. A otimização de um site reescreverá o site de sua empresa para que ele seja lido por robôs de busca. Aliado à adequação do site às mais modernas técnicas de HTML, deve-se criar o relacionamento de seu site na web para que ele se torne relevante para os buscadores. Neste sentido, é um trabalho semelhante ao de assessoria de imprensa – mas focado em mecanismos de busca.

SEO: Baixo investimento, alto ROI

A consultoria em Otimização de Sites (SEO) proporciona a sua empresa uma experiência única em ROI, porque o investimento em relação ao retorno proporciona um excelente retorno. Afinal, todo o tráfego vindo da busca natural do Google é gratuito e extremamente qualificado. Uma empresa estar bem posicionada em mecanismos de busca é, muitas vezes, fator decisivo para um cliente bater o martelo.

What is Affiliate Marketing?

An affiliate-marketing program is an agreement between a company that has products or services for sale and anyone who believes they can help to sell those products and services for the company. In short, if you have products and services, consider using an affiliate system to get the word out about your products. Alternatively, if you have a popular website, consider putting someone else's products or services on your site and earning commissions on your sales.

Who Should Sell Through Affiliates?

If you offer any products or services on your website in such a way that customers actually make the payment on the website, then you are a good candidate for selling through an affiliate program. If you tend to "close the deal" over the phone, then the affiliate management company will be unable to know when sales occurred and will not be able to administer the program for you.

Your product should have appeal to people throughout the nation or even the world. Local products are harder to sell through affiliates although it is possible.

Why Sell Through Affiliates?

Imagine having ads for your products placed on hundreds of websites throughout the nation or even the world. Companies such as NetFlix.com are very successful with their affiliate programs.

Who Should Sell Products Using Affiliate Marketing?

If you have a website that is rich in traffic but poor in generating cash in your pocket, then you are the perfect candidate for adding affiliate marketing to your website. Affiliate programs are ideal for anyone that already has content and visitors. If your site is not very popular then an affiliate system may not be worth the trouble. For this article, we will assume you are the ideal candidate for affiliate marketing.

The KEY to success is to ad products to your site that are highly appealing to the people that visit your website. If your website does movie reviews, you want to partner with NetFlix.com and other video or entertainment programs. If your website focuses on gardening, then add gardening and home improvement products to your website.

How to Get Started

Whether you buy or whether you sell, it all starts by joining an affiliate marketing management company. These companies do all the hard work of tracking sales, paying commissions, and matching product companies with webmasters who want to add affiliate products to their site.

Secrets to Success

It is important to consider the many factors affecting the success of an affiliate marketing system. There are so many factors that we cannot go into them here. We will consult with you about your particular needs. What is important is to do lots of testing. Try different ads, different products, different placements on the page, and keep switching things around while you carefully track what is working and what is not. With a little practice you will likely end up with a lucrative system.

Tendências digitais em 2010

De tempos em tempos algumas inovações se tornam marcantes, fazendo com que se transformem em verdadeiras tendências, que poderão vir a ser, ou não, parte da realidade, pois algumas dessas tendências não chegam a virar sucessos efetivamente. Nesse momento, dentre as principais tendências que temos visto, em primeiríssimo lugar estão as redes sociais. Chega-se ao ponto de empresas solicitarem às suas agências campanhas em redes sociais, como se isso pudesse ser feito de forma independente de uma estratégia de marketing global.

(artigo no Portal Mundo Marketing)

Esse é o cuidado que devemos ter, pois muitas vezes essas empresas podem não saber se é isso o que estão realmente precisando. Em alguns casos é necessário primeiramente rever sua estratégia de negócio e de marketing, pois provavelmente a solução seja outra.

Outra tendência que tem se tornado muito popular é o uso de QR Codes e de realidade aumentada, tecnologias para viabilizar a união do mundo on-line e do off-line. É possível levar informações ao usuário e entretenimento através de ações inovadoras e surpreendentes, como a da Pepsico para os salgadinhos Doritos.

Mobile Marketing e acesso móvel à web já deixou de ser tendência para se tornar realidade. Hoje, com mais de 175 milhões de linhas, o Brasil se tornou um dos países mais promissores para se realizar negócios nessa área. São diversas alternativas, que vão de ações mais simples, como o envio de SMS, já que 100% dos celulares são compatíveis, até ações pagas pelo cliente ou então a criação de aplicativos a serem baixados pelos usuários, que tem feito bastante sucesso.

Os Smartphones são os grandes responsáveis por fazerem com que as pessoas permaneçam mais tempo conectadas à web, devido à facilidade de acesso. Tem se tratado 2010 como o ano do mobile marketing no Brasil, embora os investimentos publicitários nesse canal ainda sejam pequenos, visto que aproximadamente 80% da base é formada por telefones pré-pagos, o que inviabiliza muitas campanhas. Ainda nessa linha há as estratégias de localização, que viabilizam promoções de forma regionalizada.

Outro item que ainda está na fila de espera para sabermos se efetivamente alcançará o sucesso são os e-readers, como Kindle e iPad, pois aparentemente o consumidor ainda está avaliando a utilidade dessas inovações versus outros aparatos.

Ressalto outra tendência que não está nos equipamentos, nem nas novas tecnologias, e sim, na forma de adequá-los aos novos usuários, as classes de baixa renda, como a classe D, que é responsável por mais de 30% das compras de computadores no país. Tem-se tornado um desafio interessante compreender qual é a melhor linguagem e os serviços que agregam mais valor a serem percebidos por esse público, que de forma alguma poderá ser ignorado.

Por Sandra Turchi

TENDÊNCIAS DO MARKETING DIGITAL

Dada a relevância que a internet passou a ter na vida das pessoas e das empresas, sendo que mais de 20% da população mundial está online, via computador ou celular, e somente por este último meio foram realizadas mais de três bilhões de vendas no mundo, tornou-se fundamental para as empresas que buscam obter sucesso em suas respectivas áreas acompanhar os passos online dos seus clientes e conhecer seus hábitos de compra.

Uma das principais mudanças já observadas diz respeito àquilo que se habituou chamar de “inversão” do vetor de marketing, principalmente devido aos buscadores na web, pois hoje, quase todas as compras são, de alguma forma, influenciadas pela internet, seja para pesquisas de preços, para conhecer o produto ou saber a opinião dos outros antes da compra, seja para realizar a compra propriamente dita, online ou no varejo tradicional, mas a pesquisa estará nas mãos do consumidor. Essa é, portanto, uma das primeiras tendências a se destacar: se sua empresa não for encontrada, ela não existe! Com isso muitas redes têm investido no modelo multicanal para atender diferentes públicos. Essas soluções são apropriadas para reduzir o temor que alguns consumidores podem apresentar com as compras na rede.

Outra tendência, voltando à questão do conhecimento do internauta, é a utilização de ferramentas que possibilitam diversos tipos de pesquisas, desde as básicas, como saber as páginas visitadas e o tempo gasto pelo seu cliente no portal da empresa – o que poderá lhe trazer informações que indicam se o processo de informações e vendas está realmente adequado ou se é necessário realizar um estudo de usabilidade para torná-lo mais intuitivo, por exemplo.

Outra tendência, alinhada a esta, mas com um funcionamento diferente é a concessão ou venda, a preços módicos, de novos aplicativos para celulares, baseados no uso de GPS, com os quais o usuário pode personalizar seu aparelho, mas em troca a essa “aparente” gratuidade ele estará fornecendo aquilo que há de mais valioso no mundo digital: “informação”. Com isso ele passa a fornecer dados sobre seus horários, trajeto, local de trabalho e casa, enfim, informações que podem ser utilizadas para posteriormente lhe oferecerem desde empreendimentos imobiliários na região até bares e restaurantes badalados no momento.

Além desses dados coletados via GPS há também o acompanhamento que empresas como o Google já fazem há algum tempo, analisando a forma como são usados seus diversos produtos, como email, buscador, etc, também para oferecer algo que é condizente com o que “coincidentemente” se está buscando naquele momento.

O que o fundador Greg Skibiski da empresa Sense, de pesquisas nessa área, cita é que “não se precisa saber o que as pessoas pensam. Só o que elas fazem.”

O que isso tudo quer dizer? Em primeiro lugar “informação é fundamental” e em segundo é que esse maior conhecimento de hábitos possibilita às empresas levarem uma oferta mais personalizada e adequada às necessidades dos seus clientes, gerando menor dispersão e maiores chances de atingirem seus objetivos.

Para alguns consumidores isso pode parecer simpático, sendo que para outros, será considerado invasivo, pois ainda estão sendo definidas novas regras de ética e privacidade.

Mas esse é, sem dúvida, o mundo desejado para o marketing.

ARTIGO PUBLICADO NA REV. MARKETING JUN 09

Por Sandra Turchi

Internet para gerar negócios

Tenho tratado muito sobre o crescimento nos investimentos em mídia online por empresas de diversos portes, sobre a ampliação do uso de estratégias de marketing digital, sobre o uso cada vez maior das redes de relacionamento para se comunicar e persuadir seus consumidores e sobre como essas inovações tem mudado o jeito de se fazer marketing.

Porém, quando falamos de mundo digital ou de estratégias de Marketing Digital, até parece que a totalidade das empresas já está online, ou mesmo que já estão super habituadas a utilizar todas as ferramentas existentes, bem como familiarizadas com todos os termos inerentes a essas atividades, porém devemos nos lembrar que, embora 97% das empresas no Brasil usem Internet, apenas 53% possuem um website, de acordo com dados do Comitê Gestor da Internet no Brasil, referentes a 2008.

Desse total de companhias que possuem um website, apenas 24% tem um sistema de pedidos de compras, pois praticamente a metade delas somente utiliza esse canal como catálogo de produtos e lista de preços, ou seja, a grande maioria ainda não está fazendo efetivamente negócios online.

Isso nos leva a concluir que não bastam projetos de “inclusão digital” de empresas, é necessário também levar a elas conhecimento e condições para efetivamente produzir riqueza utilizando a Internet como plataforma para geração de novas receitas e novos clientes, além, obviamente, do atendimento mais qualificado aos atuais clientes da empresa.

Outro fator importante a ser salientado é a enorme oportunidade que surge para um grupo de pequenas e médias empresas, fornecedoras de serviços de TI, porque praticamente em metade das companhias pesquisadas, as funções de TI são executadas por fornecedores externos. Isso é uma tendência, pois podemos observar que vem crescendo esse número ao longo dos últimos anos – em 2006 representava 39% e em 2008, 47% do total. Cresce também o número de empresas que realizam treinamento para usuários de computador e internet, pois em 2006 eram 26% e em 2008 esse número saltou para 34%, e continua crescendo.

Como exemplo de atividades que vem sendo implantadas para a geração de negócios online é possível citar o caso de montadoras de veículos, como GM e Fiat, e no setor de construção civil, com seus lançamentos imobiliários, empresas renomadas como a Tecnisa e a Cyrela, além do mercado financeiro com instituições que tem feito grande uso das ferramentas de Marketing Digital.

Os investimentos dessas grandes empresas no mundo digital estão em torno de 10% de suas verbas publicitárias, o que representa uma grande quebra de paradigma, pois há bem pouco tempo não passava de algo em torno de 3%. Mas isso só tem ocorrido porque essas companhias constataram a eficácia desse meio para trazer novos consumidores e bons resultados financeiros e de comunicação com seu público.

No caso das micro e pequenas empresas podemos observar casos desde uma eletrônica num bairro da zona norte de São Paulo até comunidades do Amapá que comercializam seu artesanato e entregam em todo o país e fora dele.

Com isso percebe-se uma grande movimentação por parte das MPE’s no sentido de conhecer mais sobre esse mundo novo do Marketing Digital para não deixar escapar excelentes oportunidades de crescimento.

Artigo exclusivopara revista BtoB – Grupo Padrão

Marketing Digital e suas Possibilidades

Quando se fala em marketing digital, sempre vem à mente ações realizadas de divulgação nos grandes portais, com diferentes tipos de banner’s ou nos buscadores e suas técnicas de otimização de sites para que estejam bem posicionados, sem falarmos nos links patrocinados, é claro.

Porém temos que atentar também para outras possibilidades, menos comentadas, mas igualmente importantes para o marketing digital, como ações em games, relações públicas e até mesmo ações de sustentabilidade.

O advertainment como ferramenta de divulgação pode ser muito útil para alguns produtos. Uma das principais modalidades é o advergaming, pois um dos fatores mais interessantes é a idade média dos jogadores, que é de 29 anos, ou seja, um público de milhões de pessoas com alto poder de consumo.

Outro ponto muito relevante é a “imersão”, ou seja, quando estão jogando as pessoas ficam completamente focadas e não há dispersão de atenção, o que é dificílimo de ser obtido em outros tipos de mídia. Além disso, os fabricantes investiram muito em tecnologia, levando a grandes inovações e mais velocidade, fazendo com que essa imersão seja ainda maior.

Os games online são extremamente úteis, pois a atualização é muito ágil, além de permitirem segmentação e mensuração completa para um acompanhamento do perfil de quem está jogando. Exemplos famosos, em geral, têm o produto como parte do contexto, são os chamados “product placement”, pois esse tipo não é percebido como invasivo pelos jogadores, muito pelo contrário, para eles o jogo se torna ainda mais “real”, como se fossem outdoor’s de refrigerantes ao longo de uma pista de corrida, ou a logomarca de um fabricante de computadores que surge durante o jogo, ou mesmo uma competição musical onde se usam os equipamentos de uma determinada marca real. Portanto, para produtos como: bebidas, artigos esportivos, musicais ou infantis torna-se uma excelente idéia levar em conta essa alternativa de divulgação.

Outra preocupação que se deve ter numa campanha de marketing digital está relacionada ao uso das redes sociais, devido ao poder que a internet tem ao fazer parte da vida das pessoas, bem como das empresas, afetando a forma como consumimos ou nos relacionamos. Afinal, são mais de 40 milhões de usuários, mais de 13 milhões e_shoppers e mais de 20 milhões que utilizam internet banking no país.

Ressalto também da importância do e_commerce nesse contexto, que se tornou quase uma obrigação para quem está no varejo tradicional.

Há que ser considerada ainda a atividade de relações públicas online, embora muitos acreditem que isso não faça parte das atribuições do marketing, mas que vem sendo cada vez mais utilizada pelas empresas que se preocupam com sua posição no universo digital e sabem que devem usar essas ferramentas para aprimorar o relacionamento com seus consumidores.

Para atender essas companhias surgiram empresas que fazem também um mapeamento das marcas na rede, pois hoje o internauta pode produzir e disseminar conteúdos com enorme velocidade, diga-se de passagem, muito maior do que a velocidade de reação das empresas e com isso pode manifestar suas frustrações e influenciar milhares de pessoas.

Há outras ações que também têm sido implantadas via web, como as de sustentabilidade, exemplo disso é o novo portal da Philips, ou então na área de educação, como os exemplos da empresa de telefonia, GVT ou da SOS computadores. Fica claro que a cada dia a necessidade de interagir online com seus públicos se torna mais premente.

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