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Se você quer divulgar seu trabalho na net, o blog é a opção mais interativa, expressiva, informal, personalizada e barata.
Fotos, vídeos, forum de discussão, player no blog, calendário de eventos, seguidores, comunidade, links de redes sociais, link direto com o seu site, clientes e fornecedores, links de suas novas postagens direto no seu twitter, facebook, google friend connect, google buzz e muito mais.

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Blog para Bandas e músicos- Personalizado de acordo com o estilo musical, repertório com vídeos, fotos, músicas próprias, agenda, fã clube, forum de discussões e muito mais para ser explorado com as novas ferramentas e recursos que estão chegando para nós Blogueiros do ramo da música e arte virtual.

Personalização de Blogs pessoais

Personalização de Blog pessoal, com forum de discussão, fotos, player das suas músicas favoritas para os seus leitores e muito mais...

Blogs corporativos e Empresariais

Os Blogs crescem pois geram uma maior interatividade entre os clientes e os fornecedores, o Blog é mais informal e passa maior segurança...Leia mais sobre em Mkt Portal 13.

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Luz e Paz
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Mostrando postagens com marcador arte virtual. Mostrar todas as postagens
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O Universo é Som

" À música cabe transmitir verdades
eternas e influir no caráter do homem
visando torná-lo melhor."
David Tane

Todas as formas são frequências SONORAS
Temos mostrado que todas as coisas existentes no universo estão interligadas em um dos níveis de uma seqüência denominada "Seqüência Sétupla". Nisto consiste o principal elo da unificação das diversas formas de existência.

A filosofia dualística tem feito um grande mal ao ser humano no tocante ao seu desenvolvimento espiritual, pois o individualiza e sem dúvida alguma a individualização plena determina a predominância egóica que tantos males gera. O pensamento dualístico condiciona o egoísmo, pois faz com que a pessoa deixe de se sentir parte integrante de todas as outras.
A pessoa analisa-se assim: Eu sou eu, pois sou separado desde que tenho vontade própria, tenho sensações próprias, tenho um corpo que não está ligado a qualquer outro, e assim por diante. Mas isto nada mais é que uma decorrência das limitações perceptivas. Como exemplo podemos citar que não se pode avaliar uma floresta por uma só árvore. O mesmo pode ser dito com relação aos seres em geral e o homem em particular. No exemplo da floresta a unidade de cada arvore existe, mas ela não é de forma absoluta. Se a árvore tivesse discernimento humano ela julgar-se-ía independente, não aceitaria ser parte de um algo maior, a floresta. Naturalmente uma árvore não está totalmente integrada a um sistema maior que é a floresta e sim parcialmente, mas isto não faz com que cada uma possa ser considerada como algo independente. Assim também o ser pode humano poder ser visto como entidade isolada, mas apenas até um certo nível, além do qual trata-se de um todo uno.

Já afirmamos em temas iniciais que tudo quanto há resulta da vibração de um "meio básico" que chamamos de MA e cuja manifestação no mundo inerente se expressa como Fohat.

Na verdade a vibração é uma condição que se faz presente em quase tudo o que existe no universo imanente constituindo todas as coisas que há. A vibração não somente constitui quanto integra as mais diversas formas de existência. Trata-se de algo único por isto é que existe o efeito de ressonância. Qualquer alteração na vibração de uma estrutura se faz presente em toda criação desde que o universo é uno. Naturalmente nisto tem que ser considerado o grau de intensidade da ressonância, mas podemos dizer que embora a ressonância vá atenuando-se na medida em que o evento vai se afastando na escala vibratória mesmo assim a ressonância nunca atinge o nível zero.

Agora queremos chamar a atenção para o seguinte: Sempre que existe uma vibração ela não pode ser considerada como principio isolado, outros princípios se fazem presentes, especialmente movimento e ritmo. A fim de que isto possa ser devidamente compreendido devemos ter em mente que existe uma certa diferença entre vibração e movimento. Basicamente vibração geralmente está condicionada a um certo ritmo, mas devemos salientar que o movimento pode ou não ser rítmico[1]. Por isso o Hermetismo faz distinções e considera separadamente o movimento e vibração.

Dentro do mundo imanente toda vibração pode ser considerada como sendo movimento, mas a recíproca não e verdadeira, nem todo movimento pode ser considerado vibração.

Agora vamos definir o que vem a ser um som. Podemos dizer que som é a percepção sensorial do movimento, da vibração. Sem dúvida alguma onde há movimento há som e como no universo imanente nada está parado, portanto som está sempre presente em tudo. Se ele não é percebido é uma decorrência da falta da acuidade sensorial resultante da carência de um aparelho ou órgão capaz de detetá-lo além ou aquém de determinados limites.
AUM
A criação teve inicio com a vibração, com o movimento, consequentemente com um som. Esse som é mencionado por inúmeras organizações. Os orientais o associam ao

Tudo é OM, a variação da frequência vibratória é o que diferencia uma coisa da outra, assim sendo podemos dizer que qualquer modificação do som eqüivale a alguma alteração nas coisas.

Tudo quanto há, em menor ou em maior grau, depende da vibração, portanto depende do som. Na realidade não é do som, pois som é um efeito do movimento - vibração. Sendo assim melhor se dizer que som depende da vibração.
A vibração Cósmica é a origem e a base de toda a matéria e energia existente no universo e o OM é a forma mais primordial, mais pura e menos diferenciada do som cósmico, fruto do primeiro movimento universal. Como analogia podemos dizer que o som OM assemelha-se ao arco Íris que é um desdobramento cromático emergente de um raio branco, uma apresentação em diversas cores. O raio aparentemente é incolor, mas encerra todas as cores emergentes. O mesmo se pode dizer do som OM, ele é um só que se diferencia num incomensurável número de manifestação sonoras.

O som primordial desdobra-se em tons e de diferentes freqüências e assim sendo se pode dizer que o som cósmico está presente em diferentes combinações por todo o universo. Está presente em todas as substâncias e formas, em distintas combinações vibratórias e ao mesmo tempo constitui as próprias substâncias e formas. Segundo a combinação dos tons cósmicos presentes em determinada área de espaço surge a natureza da substância naquele determinado espaço.

O universo pode ser comparado com uma caixa de ressonância. Pode-se dizer que o universo é um imenso oceano de ruídos, de sons, e sem dúvida alguma todos os seres estão ressoando mutuamente. A ressonância de um som é mais intensa naquilo que estiver mais próximo da origem desse som. As leis físicas inerentes à música mostram isto claramente. Um som qualquer tem respostas ressonante características em determinadas coisas; as estruturas ressoam em menor ou em maior intensidade segundo certos princípios, de forma harmoniosa ou não. Isto é importante, pois como decorrência resultam estados negativos ou positivos.

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Autor: José Laércio do Egito - F.R.C.

Se tem uma empresa precisa de um blog empresarial!

por Paulo Faustino

A construção e desenvolvimento de blogs, é a forma mais prática e simples, de obter um elevado retorno enquanto ferramenta de marketing na internet.

Um blog permite-lhe conectar-se e interagir directamente com os seus potenciais clientes, e oferecer uma nova cara ao seu negócio.

Um dos exemplos mais comuns do sucesso dos blogs como ferramentas empresariais, é a Microsoft. A gigante americana utiliza actualmente diversos blogs para os seus diversos produtos, e isso permite-lhe um contacto mais próximo com os seus clientes.

Um blog é uma estrutura com custos muito reduzidos, que lhe permite em muito poucas horas, estar a correr e a promover os seus produtos.

Se utilizar uma estrutura gratuita como o Wordpress, e uma theme de entre as milhares que existem na internet, a única coisa que terá de fazer para o manter é escrever artigos de qualidade.

Para empresas, é recomendável que utilize um blog para dar a conhecer aos seus clientes, as suas novidades, novos projectos, ideias, etc. No entanto, não é recomendável que se foque somente na parte institucional. Se o fizer é provável que vá lidar com um menor número de leitores.

Se por exemplo você operar no mercado da informática, escreva algumas novidades do sector, para que sentido o mercado flutua e algumas dicas para quem está consigo nesse mesmo mercado.

Desta forma será mais facilmente uma fonte credível de informação, e uma potêncial referência no sector.

Se por exemplo a sua empresa oferece serviços pagos, como por exemplo, prognósticos de apostas, serviços de consultas, aconselhamento empresarial, etc., coloque no seu blog algumas dicas gratuitas. Isso fará com que muitos leitores se sintam atraidos pela informação e que voltem ao blog mais tarde.

Este efeito bola de neve irá fazer com o seu crescimento seja muito mais acentuado e obviamente, dentro de tantos leitores, alguns irão subscrever os seus serviços com toda a certeza.

Algumas dicas para efectuar um blog empresarial:

1- Um blog é uma poderosa ferramenta que o coloca em contacto directo com os seus clientes;

2- Um blog é uma excelente ferramenta de SEO. Os motores de busca adoram filtrar informação nova e fresca;

3- Um blog actualizado atrai milhares de visitantes diariamente e como disse anteriormente, alguns deles irão subscrever os seus serviços;

4- Se activar os comentários no seu blog, isso fará com que tenha feedback directo dos seus clientes e possa disponibilizar uma resposta em tempo útil;

Outro dos factores importantes nos blogs empresariais é o domínio.

Sugiro que crie um subdomínio dentro do domínio principal da sua empresa. Por exemplo, se sua empresa se chamar “empresaxpto.com”, crie um blog no endereço “blog.empresaxpto.com”. Isto fará com que gere mais tráfego no seu domínio principal, bem como poderá obter benefícios do tráfego criado no domínio principal da empresa.

Esta é uma boa estratégia de SEO que deverá ter em conta. O Google por ex., utiliza sempre subdomínios para todos os seus projectos.

Aproveite para colocar um botão visivel do seu blog na página principal da empresa, e aponte o suporte directo para lá.

Crie igualmente um leitor de RSS Feed, e faça com que os seus clientes subscrevam as novidades da empresa.

Se tem uma empresa, precisa (deve) de criar um blog empresarial!

TENDÊNCIAS DO MARKETING DIGITAL

Dada a relevância que a internet passou a ter na vida das pessoas e das empresas, sendo que mais de 20% da população mundial está online, via computador ou celular, e somente por este último meio foram realizadas mais de três bilhões de vendas no mundo, tornou-se fundamental para as empresas que buscam obter sucesso em suas respectivas áreas acompanhar os passos online dos seus clientes e conhecer seus hábitos de compra.

Uma das principais mudanças já observadas diz respeito àquilo que se habituou chamar de “inversão” do vetor de marketing, principalmente devido aos buscadores na web, pois hoje, quase todas as compras são, de alguma forma, influenciadas pela internet, seja para pesquisas de preços, para conhecer o produto ou saber a opinião dos outros antes da compra, seja para realizar a compra propriamente dita, online ou no varejo tradicional, mas a pesquisa estará nas mãos do consumidor. Essa é, portanto, uma das primeiras tendências a se destacar: se sua empresa não for encontrada, ela não existe! Com isso muitas redes têm investido no modelo multicanal para atender diferentes públicos. Essas soluções são apropriadas para reduzir o temor que alguns consumidores podem apresentar com as compras na rede.

Outra tendência, voltando à questão do conhecimento do internauta, é a utilização de ferramentas que possibilitam diversos tipos de pesquisas, desde as básicas, como saber as páginas visitadas e o tempo gasto pelo seu cliente no portal da empresa – o que poderá lhe trazer informações que indicam se o processo de informações e vendas está realmente adequado ou se é necessário realizar um estudo de usabilidade para torná-lo mais intuitivo, por exemplo.

Outra tendência, alinhada a esta, mas com um funcionamento diferente é a concessão ou venda, a preços módicos, de novos aplicativos para celulares, baseados no uso de GPS, com os quais o usuário pode personalizar seu aparelho, mas em troca a essa “aparente” gratuidade ele estará fornecendo aquilo que há de mais valioso no mundo digital: “informação”. Com isso ele passa a fornecer dados sobre seus horários, trajeto, local de trabalho e casa, enfim, informações que podem ser utilizadas para posteriormente lhe oferecerem desde empreendimentos imobiliários na região até bares e restaurantes badalados no momento.

Além desses dados coletados via GPS há também o acompanhamento que empresas como o Google já fazem há algum tempo, analisando a forma como são usados seus diversos produtos, como email, buscador, etc, também para oferecer algo que é condizente com o que “coincidentemente” se está buscando naquele momento.

O que o fundador Greg Skibiski da empresa Sense, de pesquisas nessa área, cita é que “não se precisa saber o que as pessoas pensam. Só o que elas fazem.”

O que isso tudo quer dizer? Em primeiro lugar “informação é fundamental” e em segundo é que esse maior conhecimento de hábitos possibilita às empresas levarem uma oferta mais personalizada e adequada às necessidades dos seus clientes, gerando menor dispersão e maiores chances de atingirem seus objetivos.

Para alguns consumidores isso pode parecer simpático, sendo que para outros, será considerado invasivo, pois ainda estão sendo definidas novas regras de ética e privacidade.

Mas esse é, sem dúvida, o mundo desejado para o marketing.

ARTIGO PUBLICADO NA REV. MARKETING JUN 09

Por Sandra Turchi

Ser uma Flor de Lótus

De acordo com o Budismo, uma flor de lótus serve como assento aos que renascem no paraíso budista. No budismo, o lótus é o símbulo de pureza e perfeição da natureza búdica, inerente com todas as pessoas. "Assim como o lótus brota de dentro da escuridão da lama para a superfície da água, florescendo somente depois que se elevou acima da água e por permanecer imaculada sem se contaminar nem com a terra nem com a água que o nutriram, da mesma forma a mente, nascida do corpo humano, desabrocha suas verdadeiras qualidades( pétalas ) depois que se elevou acima das torrentes lodosas da paixão e da ignorância, e transforma as forças obscuras das profundezas em brilhantes e puros néctar da consciência iluminada."

( Govinha, pg.89 in Philip Kapleau: Os três pilares do Zen. Ed. Itatiaia)

Lótus é o símbolo da expansão espiritual, do sagrado, do puro.

A lenda budista nos relata que quando Siddhartha, que mais tarde se tornaria Buda, tocou o solo e fez seus primeiros sete passos, sete flores de lótus cresceram. Assim, cada passo do Bodhisattva é um ato de expansão espiritual. Os Budas em meditação são representados sentados sobre flores de lótus, e a expansão da visão espiritual na meditação ( dhyana ) esta simbolizada pelas flores de lótus completamente abertas, cujos centros e pétalas suportam imagens, atributos ou mantras de vários Budas e Bodhisattvas, de acordo com a posição relativa a relação mútua.

Do mesmo modo, os centros da consciência no corpo humano ( Chacras ) estão representados como flores de lótus, cujas cores correspondem ao seu caráter individual, enquanto o número de suas pétalas correspondem às suas funções.

O significado original deste simbolismo pode ser visto pela semelhança seguinte: Tal como a flor de lótus cresce da escuridão do lodo para a superfície da água, abrindo suas flores somente após ter-se erguido além da superfície, ficando imaculada de ambos, terra e água, que a nutriram - do mesmo modo a mente, nascida no corpo humano, expande suas verdadeiras qualidades ( pétalas ) após ter-se erguido dos fluidos turvos da paixão e da ignorância, e transforma o poder tenebroso da profundidade no puro néctar radiante da consci6encia iluminada ( bidhicitta ), a incomparável jóia ( mani ) na flor de lótus (padma ). Assim, o arahant ( santo ) cresce além deste mundo e o ultrapassa. Apesar das suas raízes estarem na profundidade sombria deste mundo, sua cabeça esta erguida na totalidade da luz. Ele é a síntese viva do mais profundo e do mais elevado, da escuridão e da luz, do material e do imaterial, das limitações da individualidade e da universidade ilimitada, do formando e do som sem forma, do Samsara e do Nirvana. Se o impulso para a luz não estivesse adormecido na semente profundamente escondida na escuridão da terra, o lótus não poderia se voltar em direção a luz. Se o impulso para uma maior consciência e conhecimento não estivesse adormecido mesmo no estado da mais profunda ignorância, nem mesmo num estado de completa inconsciência um iluminado nunca poderia se erguer da escuridão do Samsara. A semente da iluminação esta sempre presente no mundo, e do mesmo modo como os Budas surgiram nos ciclos passados no mundo, também os iluminados surgem no presente ciclo e poderão surgir em futuros ciclos, enquanto houver condições adequadas para vida orgânica e consciente.

Adaptação do livro " FUNDAMENTOS DO MISTICISMO TIBETANO " do Lama Anagarika Govinha
Editora pensamento ( 1995 )

O verdadeiro simbolismo da Flor de Lotus é o de demonstrar , na prática, a possibilidade de transformarmos o nosso lado negativo em algo puro e belo , diariamente, silenciosamente e com toda a tranqüilidade.

Tal como o lótus que cresce da escuridão do lodo para a superfície, abrindo as flores somente após ter-se erguido além da superfície da água. Suas flores ficam livres do lodo e da água que as nutriram.

Pura e límpida como tivesse sido gerada em uma incubadora esterilizada.

Do mesmo modo a mente expande suas verdadeiras qualidades (as pétalas) após ter-se erguido dos fluidos turvos da paixão e da ignorância. Transformando o poder tenebroso da profundidade no puro néctar radiante da Consciência Iluminada, a flor de lótus (Padma ou Pema). - do blog Ziguezague

O lótus é um dos oito símbolos auspiciosos e uma das mais pungentes representações do ensino budista. As raízes do lótus estão na lama, o caule cresce através da água, e essa metáfora fortalece a flor perfumada que desabrocha sua beleza acima da água a cada raio de sol.

Este padrão de crescimento significa o progresso da alma que mesmo adversa vindo da lama materializa-se na primavera e sobrepõe-se a todas as adversidades. Embora haja outras plantas que nasçam acima da água, apenas o lótus que devido à força do seu caule, sobe de oito a doze centímetros acima da superfície demonstrando a sua grandeza e exuberância.

De acordo com o Lalitavistara, "o espírito do melhor dos homens é impecável, tal como o lótus na água enlameada que não aderem a ele."

De acordo com outro especialista, esotérico budista, "O coração dos seres é como uma lótus fechada: quando as virtudes do Buda desenvolver neles, o loto ira floresce; é por isso que Buda sempre esta representado em um lótus florescente".

O lótus é uma das melhores metáforas do budismo aparece em todos os tipos de arte budista em todas as culturas budista elas muitas vezes embelezam as artes têxteis, cerâmicas e arquitetura. A mais importante divindade budista "Buda" é associada a lótus, por estar sentada sobre uma em plena floração ou tela em suas mãos isso aparece em algumas imagens do Buda de pé ou cada pé repousa sobre um lótus separada. A cor do lótus tem uma influência importante sobre a simbologia associada a ela:

Lótus Branca: Esta representa o estado de perfeição espiritual e mental total pureza e proclama a sua natureza perfeita, uma qualidade que é reforçado pela cor de seu corpo.

Lótus Rosa: Este supremo do loto, geralmente reservada para os mais altos deidade. Assim, naturalmente, é associado com o Grande Buda.

Lótus Vermelho: Isto significa a natureza original e pureza do coração (hydria). É o loto de amor, compaixão, paixão e todas as outras qualidades do coração. É a flor de Avalokiteshvara, o Bodhisattva da compaixão.

Lótus Azul: Este é um símbolo da vitória do espírito sobre os sentidos, e significa a sabedoria do conhecimento. Não é surpreendente que sejam as flores preferidas de Manjushri, o Bodhisattva da sabedoria.

Mais um Blog artístico entregue - Paisagismo







Música clássica indiana - Recital

100 anos de Adoriran - Homenagem

Blog para Cabelereiros, esteticistas, spa day...


Porque sua empresa precisa de um Blog?

Oi gente,

Eu trabalho com blogs a mais de 10 anos e muitas pessoas me perguntam porque ter um Blog.

Se eu tenho um site, eu preciso de um Blog?

Bom, é FATO que tudo o que se faz num site, pode ser feito em um blog também...aí eu já vejo uma grande vantagem, ou melhor duas, a primeira é que você registra o teu blog e ele é SEU, com o .blogspot ou .wordpress ou .fotolog, mas é teu! e a segunda e melhor é que é GRÁTIS; você não paga a hospedagem nem o registro.

Eu vejo muitas vantagens em ter um Blog, sou apaixonada por este trabalho e todos os dias descubro coisas novas e formas de interação que estão revolucionando o marketing digital.

Lendo pesquisas de mercado da MacCann Worldgroup estes dias, fiquei impressionada com o crescimento de blogs corporativos nos EUA e Europa, o crescimento de anúncios em blogs versus a diminuição dos anúncios em sites, o absurso crescimento de anúncios em web tv/rádios e a diminuição em rádio/tv normal.

Eu acho que nesta nova "web era" não tem muito o que dizer, os números falam por sí só e a empresa que quiser sobreviver vai ter que aderir a demanda dos Blogs e a sua informalidade!

Abaixo um artigo mais específico sobre Blogs corporativos e porque ter um.
Grande Abraço
Luz e Paz
Pat Poll



Blogs Corporativos - Um poderoso canal para estreitar relações

O que é um blog corporativo?

Em linhas gerais, pode-se dizer que o blog corporativo é um poderoso canal para estreitar relações e, principalmente, interagir com o consumidor: explicar como determinado produto (ou serviço) funciona, receber críticas, elogios e sugestões.

Isso em linhas gerais, porque um blog pode ser isso e muito mais. As marcas mais espertas têm usado blogs para criar relacionamentos profundos com seus clientes, compartilhando conhecimento e experiências relevantes. Além disso, como o relacionamento em um blog é baseado na permissão, e não na intrusão, abre-se a possibilidade se travar uma conversa mais informal e menos centrada em vendas – o que gera, por si só, maior confiança e intimidade.

Por que fazer um blog corporativo?

Ter um blog corporativo ajuda na otimização do site nos mecanismos de busca como o Google. Com geração de conteúdo e palavras-chave, o site terá mais tráfego e poderá ser mais facilmente achado.

A marca tem de estar onde o consumidor está. A população brasileira está usando em peso a Internet. São mais de 60 milhões de internautas, sendo que cerca de 80% usam banda larga. Registre-se ainda o fato de que o brasileiro é o povo que mais tempo online passa.

Um blog corporativo pode gerar leads e vendas. Quem nunca pesquisou sobre produtos e serviços no Google? Pesquisas indicam que mais de 75% das pessoas pesquisam antes de fazer suas compras. Um blog bem feito pode ser o empurrãozinho que faltava.

É a oportunidade de divulgar produtos e serviços de um jeito diferente, de forma menos “marqueteira” e intrusiva. É o cliente que vem até o blog.

Possibilidade de interagir com clientes e possíveis clientes e manter um relacionamento aberto e duradouro. Clientes satisfeitos têm o poder de seduzir novos clientes para o seu negócio.

Fator educacional. Seu negócio tem um produto ou serviço difícil de explicar e de vender? Nada melhor do que um blog com farto conteúdo técnico. Educar potenciais clientes é um dos grandes benefícios que um blog pode trazer para uma marca.

Ter um blog faz você pensar no seu negócio o tempo todo. Pense nisso: conduzir e atualizar um blog corporativo faz com que os gestores pensem mais no negócio e em desenvolver soluções baseadas nas interações cliente/empresa. O blog é hoje o papo de balcão de antigamente.
 
Ferramenta de recursos humanos. Ter um blog bacana, atualizado e relevante, também tem função de recursos humanos: atrai e retém talentos, envolve e integra funcionários e pode ser como um belo canal de comunicação interno.

Resultados: fruto de investimento em tempo, pessoas, trabalho e planejamento

Obter resultados com blogs corporativos exige tempo, recursos humanos, persistência e muito trabalho. Os blogs requerem atenção contínua e produção constante de conteúdo para poderem virar referência junto aos clientes e possíveis clientes e aos mecanismos de busca. Sem isso, nada feito.

É melhor desistir da idéia e investir em marketing tradicional. Sua empresa deve ter um planejamento e uma estratégia muito bem definida antes de colocar a coisa em prática. Perguntas que devem ser respondidas: qual o objetivo central? (criar relacionamentos? gerar vendas?), que tipo de assunto vai entrar?, qual a periodicidade?, qual é o público-alvo?, quem vai atualizar?, como vai ser divulgado? etc.

Outro ponto importante a ser ressaltado é que blogs corporativos dificilmente darão retorno no curto prazo. É um investimento no médio e no longo prazos. É como um relacionamento: você investe, investe, investe, para depois colher lá na frente. Se o objetivo maior do blog for apenas otimização em mecanismos de busca, por exemplo, em 3 meses já se consegue algo interessante.

Mensuração

Mensurar a performance do blog é fundamental. É através das estatísticas detalhadas que você pode direcionar melhor o conteúdo ou investir em assuntos que renderam mais. Qual a melhor forma de mensurar? O número de visitantes é importante, mas não se pode levar em conta apenas isso. É importante também ver a quantidade e a qualidade dos comentários deixados, links e referências em outros sites.

Ferramentas como o Google Analytics ajudam.

O que o blog não é

Um blog não deve ser mera vitrine de produtos e serviços e espaço para anúncios e press-releases da empresa. Se um blog fizer apenas isso, será cansativo e despertará pouco interesse.

Os 10 maiores erros

Christopher Barger, gerente do blog da GM, Fastlane, aponta os dez maiores erros nos blogs corporativos (citado por Fábio Cipriani):

Erro #1. Tratar o blog como um canal para mensagens corporativas

Erro #2. Muita pressa para responder feedbacks negativos

Erro #3. Medo das críticas

Erro #4. Posts escritos para outra pessoa em seu nome

Erro #5. Dar aos blogueiros a impressão que o post publicado é o produto final

Erro #6. Usar blogueiros que falam uma língua muito corporativa

Erro #7. Não estabelecer as regras e normas do blog

Erro #8. Não manter freqüência nos posts

Erro #9. Furar a sua própria política de controle de comentários

Erro #10. Editar, esconder ou apagar um post quando cometer um erro

Tipos de blogs corporativos

Grosso modo, pode-se dividir os blogs corporativos em quatro tipos: o de mercado, o de relações públicas, o de recursos humanos e de suporte/educação. Cada empresa deve definir bem o escopo do seu blog, podendo inclusive fazer um mix. Mas, antes de tudo, é importante definir qual o objetivo do blog. Vendas? Ganho de marca? Gerar relacionamento?

•Blog de mercado

No blog de mercado, a empresa cria um blog sobre o negócio onde atua e traz notícias relacionadas, artigos, pesquisas etc. O objetivo é tornar-se referência naquele assunto. O blog pode ser declaradamente da empresa ou patrocinado por ela – neste último caso, deve-se tomar o cuidado de a empresa não ser citada freqüentemente, sob o risco de o blog ser considerado “comprado”.

Utilizações mais comuns:

- Falar do mercado onde a empresa atua, de forma ampla;

- Apresentar cases do mercado;

- Apresentar soluções:

- Indicar boas práticas de mercado:

- Apresentar novas tecnologias e processos;

- Recomendas eventos e publicações;

- Apresentar pesquisas de mercado.

•Blog de relações públicas

No blog de relações públicas, o espaço é usado para falar diretamente da empresa e eventualmente do mercado onde atua. O objetivo é compartilhar experiências e interagir com clientes e possíveis clientes. Neste caso, o blog deve trazer assuntos relacionados à empresa e ao seu mercado de atuação e pode (deve, aliás) ter uma linguagem mais informal.

Utilizações mais comuns:

- Divulgar e apresentar produtos e serviços:

- Divulgar e comentar eventos que a empresa participa;

- Apresentar resultados da empresa;

- Responder e citar feedbacks de clientes e parceiros;

- Divulgar cases de serviços executados pela empresa;

- Compartilhar desafios e experiências;

- Trazer artigos sobre o mercado.

•Blog de recursos humanos

Tendo em vista os recursos humanos, o blog pode ser usado para facilitar a comunicação interna e/ou promover a integração entre colaboradores. A linguagem usada deve ser informal e o blog deve apoiar a participação/interação do público interno, seja através de comentários, fóruns ou enquetes. Além disso, a empresa também pode estimular seus funcionários a produzirem blogs, como forma de aumentar a satisfação e a integração entre as pessoas.

Utilizações mais comuns:

- Divulgar eventos e projetos da empresa, como novos produtos, novos clientes, novos colaboradores etc.

- Reforçar valores institucionais da empresa;

- Recomendar notícias;

- Parabenizar aniversariantes;

- Organizar festas.

•Blog de suporte técnico e educação

O blog pode também ser um excelente canal de suporte técnico e educação, trazendo conteúdo técnico e educacional, na forma de wikis, FAQs (perguntas mais freqüentes) e funcionalidades dos produtos/serviços. No que toca ao atendimento, o blog pode trazer recurso de chat online e abertura de chamados, o que diminui custos de atendimento telefônico, por exemplo. Tem a vantagem de manter o conteúdo sempre online e atualizado, podendo ser pesquisado posteriormente pelo cliente ou pelo próprio suporte para resolver de forma mais rápida às solicitações. Além disso, humaniza o atendimento da empresa e mostra que ela é aberta ao cliente.

Utilizações mais comuns:

- Conteúdo educacional, como manuais de uso e dicas;

- Wikis e FAQs (perguntas e respostas);

- Fóruns de discussão;

- Chats;

- Responder reclamações publicamente.

A divulgação

Não basta apenas criar o blog corporativo e não divulgá-lo. Seus clientes, possíveis clientes e até mesmo ex-clientes precisam saber que sua empresa tem um blog. Seus funcionários também precisam saber que a empresa tem um blog. A imprensa precisa saber que sua empresa tem um blog.

A primeira forma de divulgar seu blog é enviar e-mails personalizados para pessoas. Se sua lista de clientes ou prospects for muito grande, elabore grupos e escolha, dentro dos grupos, as pessoas que você acha que mais gostariam de ler o blog ou têm maior poder de espalhar a notícia. Vá aos poucos e sem afobação. Uma dica: o e-mail tem de ser de uma pessoa para outra pessoa e não de uma empresa para uma pessoa.

Outra forma de divulgar o blog é enviar uma newsletter para sua lista de contatos. Você pode até enviar uma newsletter mensal, com o resumo dos principais posts e convidando as pessoas a participarem do blog - seja através de contribuições ou comentários.

Comentar em outros blogs também é uma boa forma de atrair visitantes para o seu blog. Mas lembre-se: seja pertinente e nunca faça propaganda direta do seu blog. Algumas dicas: apresente-se, seja simpático e bem-humorado, não comenta erros ortográficos, comente algum assunto que você tenha afinidade etc.

Se quiser ser mais agressivo e o seu blog trouxer bastante conteúdo de referência, você pode fazer propaganda usando os links patrocinados do Google, por exemplo, ou até mesmo anunciar em sites que seu público-alvo frequenta.

Além disso, estar presente nas redes sociais (como Twitter, Orkut e Facebook) é fundamental para gerar buzz e atrair leitores. Mas lembre-se: seu blog só vai ter sucesso e atrair visitantes se o conteúdo for relevante e pertinente.

Webwriting e SEO

É muito importante que o blog corporativo seja escrito para a internet. Mas o que é escrever para a internet? Escrever para a internet quer dizer que o blog deverá ter conteúdo otimizado para mecanismos de busca, como Google e Yahoo. Por conteúdo otimizado entenda uma série de "truques" para que o blog tenha maior destaque nas pesquisas - a isso deu-se o nome de SEO, search engine optimization (otimização para mecanismos de busca).

Um dos grandes trunfos de se manter um blog atualizado e com conteúdo relevante é que ele tem a capacidade de trazer, no médio e longo prazos, dividendos tangíveis para sua empresa (visitas, leads, vendas) através dos mecanismos de busca.

Como? Você cria conteúdo e pode ser achado no Google, por exemplo, por um possível cliente que está atrás daquilo que você já escreveu no blog. Vender fica muito mais fácil assim, não?

Abaixo seguem algumas dicas para seu blog ser mais facilmente encontrável nas ferramentas de busca.

•Crie títulos precisos, que resumam o assunto e que contenham as palavras-chave daquele assunto. Quando procuradas no Google, estas palavras aparecerão em negrito, o que estimulará o clique. Evite títulos grandes. Um título bom deve ter até 96 caracteres ou, no máximo, 150.

•Nas primeiras linhas de um texto, resuma o conteúdo e use palavras-chave. Quando procuradas no Google, as primeiras linhas aparecem logo abaixo do título. Procure fazer o primeiro parágrafo curto e sintético.

•Negrito nas palavras-chave. Mostra que a palavra é importante. Melhor ainda se essa palavra-chave tiver link para outra página que esgote o assunto.

•Estruture muito bem o texto, evitando parágrafos longos. Se o texto vai falar sobre 5 tópicos de um mesmo texto, divida o texto em 5 tópicos com um subtítulo (com palavra-chave) cada. Assim, você facilita a leitura e torna a página mais facilmente achável.

•Crie conteúdo único e exclusivo. Não copie frases inteiras de outros sites, pois isto diminui a força da página. Se for copiar, cite a fonte e coloque o texto entre aspas ou utilize recurso de citação.

•Na hora de linkar, não use "Clique aqui". Coloque o link diretamente na palavra-chave ou na expressão-chave. Esse link na palavra reforça a página e diz para os mecanismos de busca que aquela página fala sobre aquele assunto da palavra linkada.

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Matéria de HappyHour Comunicação

Tom Zé

O cantor Tom Zé toca esmeril —um afiador de facas— na percurssão, batizada de hertzé, além de enceradeira, buzinas e outros "instruzémentos" que ele inveta.
“O planeta hoje é dominado por uma parte da sociedade. O mundo rico está cansado da vida e quer se suicidar com o mundo todo de uma vez. A minha proposta de globalização seria uma espécie de tratamento psiquiátrico para o mundo dominante e pedir que não se suicide agora.”

(Folha de S.Paulo, 18.jan.2001)

“Letra de música não é poesia, televisão não é cinema e nem cinema é literatura. Cada um tem sua linguagem e é isso que nós queremos encontrar dentro da música popular.”

(Folha de S.Paulo, 7.jan.1972)

Ele estava decidido a voltar para a Bahia e trabalhar como frentista no posto de gasolina de um primo. Foi salvo não por seus pares brasileiros, mas por um escocês interessado em world music.

Foi graças a David Byrne —artista pop de sucesso com o seu grupo Talking Heads— que Tom Zé saiu do ostracismo a que estava confinado e voltou ao centro da música popular brasileira, centro que já havia ocupado no auge do tropicalismo.

Antônio José Santana Martins nasceu em Irará, no sertão da Bahia, em 11 de outubro de 1936. Na cidade natal, trabalhou na loja de tecidos do pai. No final dos anos 50 mudou-se para Salvador.

Lá, participaria de um concurso no programa de calouros “Escada para o Sucesso”. Cantou, então, uma composição sua chamada “Rampa para o Fracasso”. Mesmo com esse título ganhou um prêmio no programa.

Empolgado, foi estudar música —contraponto, harmonia, história da música— na UFBA (Universidade Federal da Bahia), onde foi aluno de Ernst Widmer, Walter Smetak e Hans Joachim Koellreuter, que lhe apresentaram a música erudita contemporânea.

Vivendo em Salvador e estudando música, acabou fazendo amizade com músicos locais: Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e Maria Bethânia. Esse grupo fez alguns shows históricos como “Nós, por Exemplo” e “Velha Bossa Nova, Nova Bossa Velha”. Depois disso, todos vieram para São Paulo.

Na cidade, Tom Zé ganharia o primeiro lugar no 4º Festival da Record, em 9 de dezembro de 1968, com “São São Paulo”. Mesmo tendo feito parte do movimento tropicalista —incluindo sua participação no disco inaugural do movimento, “Tropicalia: Ou Panis Et Circensis” (Polygram, 1968)— não teve o mesmo reconhecimento que o restante do grupo.

O prêmio, no entanto, lhe deu a chance de lançar seu primeiro disco, “Tom Zé” (Rozemblit, 1968). Dois anos depois, lançaria mais dois discos, novamente com seu nome como título: “Tom Zé” (Continental, 1970) e “Tom Zé” (Continental, 1972).

Ainda nos anos 70, Tom Zé lançaria outros três discos: “Todos os Olhos” (Continental, 1973), “Estudando o Samba” (Continental, 1976) e “Correio da Estação do Brás” (Continental, 1978).

Apresentou nos shows de lançamento desse último disco um “órgão de eletrodomésticos”: um teclado elétrico que acionava enceradeiras, liquidificadores, geladeiras, batedeiras e centrifugadoras.

Sua gravadora na época, a Continental, não gostou muito da experiência e encerrou o contrato com o músico pouco depois. Levaria seis anos para conseguir lançar seu disco seguinte: “Nave Maria” (RGE, 1984).

Depois do sétimo álbum, sobreviveu fazendo shows no circuito universitário e com o dinheiro da venda de sua casa na praia, fruto das vendagens dos discos lançados até então.

De certa forma desiludido com a carreira, pensava em abandonar tudo e voltar para a terra natal. Um anônimo vendedor de discos contribuiria involuntariamente para sua volta.

David Byrne, interessado em world music, em viagem ao Brasil, em 1986, estava numa loja de discos no Rio de Janeiro procurando discos de samba e pagode. Enganado pelo título de “Estudando o Samba”, o vendedor incluiu esse disco na seção da loja em que Byrne escolhia o que levar.

De volta aos Estados Unidos, o músico ficou pasmo quando ouviu o trabalho daquele ilustre desconhecido e imediatamente entrou em contato com Arto Lindsay atrás de alguma pista.

Introduzido por Lindsay —músico americano que já viveu no Brasil— à história do tropicalista que não havia se tornado popular, o contratou para o seu então iniciante selo Luaka Bop. Em 1990, produziu a coletânea “Massive Hits - The Best of Tom Zé”, que além de recuperar o seu trabalho no Brasil, o lançou para o mundo.

Pôde, então, registrar seu trabalho numa sequência de discos como “The Hips of Tradition” (1992), “Tom Zé” (1994), “No Jardim da Política” (1998) e “Com Defeito de Fabricação” (1998), entre outros.

Em 2000, lançou o CD duplo “Jogos de Armar, Faça Você Mesmo”, com o primeiro disco com composições suas e o segundo disco gravado com bases para que o ouvinte remixe e faça sua próprias músicas.

Chamado de gênio pelos críticos musicais de publicações como “The New York Times” e “The Rolling Stone”, Tom Zé recuperou o antigo prestígio que, de certa forma, nunca teve. Casado com Neusa há 30 anos, Tom Zé tem um filho, Everton, do primeiro casamento.

Georges Kormikiaris
do Banco de Dados
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Música Popular do Brasil


Dizer que a música popular feita no Brasil é caracterizada por sua riqueza é repetitivo, mas é essencial para defini-la.

Sua história começa com os índios e com a música feita pelos jesuítas que aqui aportaram. Esse encontro entre a música dos jesuítas e a música dos indígenas é a pré-história da música popular do Brasil. A evolução desses ritmos primitivos, como o cateretê ou o cantochão, são ainda hoje tocados em festas populares.

A música popular do Brasil só se tornaria mais forte no final do século 17, com o lundu, dança africana de meneios e sapateados, e a modinha, canção de origem portuguesa de cunho amoroso e sentimental. Esses dois padrões, a influência africana e a européia, alternaram-se e combinaram-se das mais variadas e inusitadas formas durante o percurso que desembocou, junto a outras influências posteriores, na música popular dos dias de hoje, que desafia a colocação de rótulos ou classificações abrangentes.

Durante o período colonial e o Primeiro Império, além dos já citados lundu e modinha, também as valsas, polcas e tangos de diversas origens estrangeiras encontraram no Brasil uma nova forma de expressão.

Já no século 19 surgem os conjuntos de chorões, que adaptam formas musicais européias -como a mazurca, a polca e o scottisch- ao gosto brasileiro e à forma brasileira de se tocar essas construções. Surge então, a partir da brasileirização dessas formas, o choro, e firmam-se novas danças, como o maxixe.

Outras duas coisas que ajudaram decisivamente o aparecimento da canção popular no Brasil foram o carnaval carioca e o gramofone. Pixinguinha, João da Baiana, Donga -autor de Pelo Telefone, primeiro samba gravado, em 1917-, foram grandes nomes nesse período, junto com os continuadores dos chorões.

O samba urbano só se firmaria na década de 30, época em que surge a primeira escola de samba, a Deixa Falar, fundada em 1929. Depois, com a popularização do rádio e do disco a música popular se consolidaria e chegaria ao mundo de opções musicais que hoje o Brasil possui.

Renato Roschel
do Banco de Dados

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A música erudita

Manuscrito célebre pela sua forma de coração, copiado por volta de 1475 por Jean de Montchenu, na altura protonotário e conselheiro do arcebisbo de Genebra. Este fólio mostra um rondó para três vozes de autoria do músico franco-flamengo Iohannes Regis (c.1430 - c.1485). "Se quereis que vosso seja, Pensai que vos amarei, E lealmente vos servirei, Enquanto viva ou seja".

Existem três definições para a música erudita, ou música clássica.

A primeira delas, utilizada por muitos dicionários de música, define a música erudita como sendo música "séria" em oposição à música popular, música folclórica, música ligeira ou de jazz. Essa definição talvez não seja a melhor a se fazer, se considerarmos que a música para ser séria não precisa, necessariamente, ser música erudita.

A segunda definição, que serve apenas para a música clássica, afirma que essa música seria qualquer música em que a atração estética resida principalmente na clareza, no equilíbrio, na austeridade e na objetividade da estrutura formal, em lugar da subjetividade, do emocionalismo exagerado ou da falta de limites de linguagem musical.

Nesse sentido a música clássica implica a antítese da música romântica feita em fins do século 17 e início do século 19, em que a ênfase recaía sobre os sentimentos, as paixões e o exótico, em lugar da razão, da contenção e de esteticismo da arte clássica.

O problema nesse caso é que os primeiros traços do romantismo, que seria a música contrária à música clássica, podem ser apreciados nas obras de Beethoven e Schubert, e, em um perídodo mais adiante, nas de Brahms, Wagner e Liszt, ou seja, hoje o termo música clássica, para a grande maioria das pessoas, abrangeria estes nomes como compositores de música clássica ou erudita. Ninguém em sã consciência afirmaria hoje que Beethoven seria a antítese da música clássica.

Assim sendo, essa também não é uma boa definição para o termo.

Uma terceira definição afirma que música erudita seria a música feita durante o período de 1750 a 1830, em especial a de Haydn, Mozart e Beethoven. Podemos dizer que nesse período a música mais representativa e mais mencionada é a da Escola Clássica Vienense, refletindo a importância de Viena como capital musical da Europa nesse período.

A Escola Clássica de Viena seria responsável pelo desenvolvimento da sinfonia, do quarteto de cordas e do concerto, e assistiu ao triunfo final da música instrumental sobre a música coral. Entre suas mais importantes e duradouras realizações está a introdução e o estabelecimento da "forma sonata" _estrutura musical que se desenvolveu durante a segunda metade do século XVIII nas sonatas, sinfonias, concertos, aberturas, quartetos, árias e etc.

Suas origens são complexas e só se tornarão conhecidos como formato padronizado após serem definidas por Reicha, em 1826, e depois por Czerny, em seu compêndio "Escola Prática de Composição", em 1848.

As principais características das "formas sonatas" estão nos primeiros movimentos de Haydn, Mozart e Beethoven. As principais mudanças que essas "formas sonatas" trouxeram para a música estão nas violentas oposições de vários tons, no contraste entre várias idéias temáticas diferentes, que, por sua vez, aumentam substancialmente o aspecto dramático da música e na articulação da estrutura através da instrumentação.

Os fatos musicais no interior da sonata costumam ser explicados a partir de três planos: exposição, desenvolvimento e recapitulação.

A exposição apresenta o material temático que caminha da tônica, que é a primeira nota de uma escala, da qual o tom em que a escala está construída recebe o nome, ou seja, a tônica da escala de dó maior ou de dó menor é dó. Existe também, dentro de uma escala, a nota dominante, que é a quinta nota acima da tônica, ou seja, se a tônica for dó a sua dominante será sol, pois sol é a quinta nota da escala de dó (1ª dó, 2ª ré, 3ª mi, 4ª fá, 5ª sol, 6ª lá, 7ª sí).

O desenvolvimento diz respeito à discussão e transformação dos temas, aliás é sempre bom lembrar que o tema é a idéia musical que forma a parte estrutural e essencial de uma composição.

A recapitulação é a que representa ao material de exposição, basicamente na área da tônica. A função dramática dessa seção é afirmar o tom original, após a transferência para a dominante no final da exposição. É a recapitulação que dá o toque final na sonata.

Porém, segundo grandes estudiosos da música e de teoria de musical, o termo que melhor representa a música dos grandes compositores é música de concerto, o que demonstra a impossibilidade de classificá-la, pois como afirma Ênio Squeff, "Beethoven não tem nada de erudito, nem Villa-Lobos. A música de concerto é aquela inqualificável. É a gênese da atividade musical".

No Brasil

A Música Erudita, ou Clássica, ou de Concerto, no Brasil dos primeiros séculos de colonização portuguesa, vinculava-se estritamente à Igreja e à catequese. Com o passar do tempo, irmandades de música, salas de concerto e manuscritos brasileiros vão traçando o perfil de uma atividade crescente no país, onde pontificaram nomes como Antônio José da Silva, cognominado "O Judeu", José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita, Caetano de Mello Jesus, entre outros.

Com a chegada de D. João VI no Brasil, tivemos também um grande impulso às atividades musicais e José Maurício Nunes Garcia destacou-se como o primeiro grande compositor brasileiro.

Mas mesmo com todas as obras feitas por estes compositores, ainda no século 19, falar em música erudita brasileira era motivo de riso, num período totalmente dominado pelos mestres italianos (com esporádicas contribuições de alemães e franceses).

Foi somente com Villa-Lobos que a música nacionalista no Brasil introduziu-se e consolidou-se pra valer.

Nessa época, ignorava-se compositores como Alberto Nepomuceno e Brasílio Itiberê da Cunha, exatamente por causa da excessiva brasilidade de suas composições, e admitia-se Carlos Gomes graças ao sucesso europeu.

É a partir de Villa-Lobos que o Brasil descobre a música erudita e o país passa, desde então, a produzir talentos em série: Lorenzo Fernandez, Francisco Mignone, Radamés Gnatalli, Camargo Guarnieri, Guerra-Peixe, Cláudio Santoro e Edino Krieger são alguns desses expoentes.

Mas mesmo hoje, o Brasil ainda é um país que não percebeu o devido valor da música clássica ou erudita ou de concerto, talvez por causa de nossa história ou de nossa situação político-econômica. Os músicos eruditos e os artistas em geral são, como na opinião do professor Koellreutter, "uma espécie de Quixotes, que lutam contra os moinhos de ventos".

Renato Roschel

do Banco de Dados

História da Música

Oito modos, oito tons, oito partes do discurso, o legado da ciência antiga e carolíngia é chamado à zona mais sagrada do coro de Cluny III. Uma das quatro face dos dois capitéis que o ilustram associa o terceiro tom da música ao saltério, a harpa triangular que os vinte e quatro velhos do Apocalipse tangem.
A história mitológica da música, no mundo ocidental, começou com a morte dos Titãs.

Conta-se que depois da vitória dos deuses do Olimpo sobre os seis filhos de Urano (Oceano, Ceos, Crio, Hiperião, Jápeto e Crono), mais conhecidos como os Titãs, foi solicitado a Zeus que se criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos Olímpicos. Zeus então partilhou o leito com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas e, no devido tempo, nasceram as nove Musas.

Entre as nove Musas estavam Euterpe (a música) e Aede, ou Arche (o canto). As nove deusas gostavam de freqüentar o monte Parnaso, na Fócida, onde faziam parte do cortejo de Apolo, deus da Música.

Há também, na mitologia, outros deuses ligados à história da música como Museo, filho de Eumolpo, que era tão grande musicista que quando tocava chegava a curar doenças; de Orfeu, filho da musa Calíope (musa da poesia lírica e considerada a mais alta dignidade das nove musas), que era cantor, músico e poeta; de Anfião, filho de Zeus, que após ganhar uma lira de Hermes, o mais ocupado de todos os deuses, passou a dedicar-se inteiramente à música.

Se estudarmos com cuidado a mitologia dos povos, perceberemos que todo o povo tem um deus ou algum tipo de representação mitológica ligado à música. Para os egípcios, por exemplo, a música teria sido inventada por Tot ou por Osíris; para os hindus, por Brama; para os judeus, por Jubal e assim por diante, o que prova que a música é algo intrínseco à historia do ser humano sobre a Terra e uma de suas manifestações mais antigas e importantes.

História Não-Mitológica

A origem mecânica e não-mitológica da música divide-se em duas partes: a primeira, na expressão de sentimentos através da voz humana; a segunda, no fenômeno natural de soar em conjunto de duas ou mais vozes; a primeira, seria a raiz da música vocal; a segunda, a raiz da música instrumental.

Na história não-mitológica da música são importantes os nomes de Pitágoras, inventor do monocórdio para determinar matematicamente as relações dos sons, e o de Lassus, o mestre de Píndaro, que, perto do ano 540 antes de Cristo, foi o primeiro pensador a escrever sobre a teoria da música.

Outro nome é o do chinês Lin-Len, que escreveu também um dos primeiros documentos a respeito de música, em 234 antes de Cristo, época do imperador chinês Haung-Ti. No tempo desse soberano, Lin-Len -que era um de seus ministros- estabeleceu a oitava em doze semitons, aos quais chamou de doze lius. Esses doze lius foram divididos em liu Yang e liu Yin, que correspondiam, entre outras coisas, aos doze meses do ano.

Origem Física e Elementos

A música, segundo a teoria musical, é formada de três elementos principais. São eles o ritmo, a harmonia e a melodia. Entre esses três elementos podemos afirmar que o ritmo é a base e o fundamento de toda expressão musical.

Sem ritmo não há música. Acredita-se que os movimentos rítmicos do corpo humano tenham originado a musica. O ritmo é de tal maneira mais importante que é o único elemento que pode existir independente dos outros dois: a harmonia e a melodia.

A harmonia, segundo elemento mais importante, é responsável pelo desenvolvimento da arte musical. Foi da harmonia de vozes humanas que surgiu a música instrumental.

A melodia, por sua vez, é a primeira e imediata expressão de capacidades musicais, pois se desenvolve a partir da língua, da acentuação das palavras, e forma uma sucessão de notas característica que, por vezes, resulta num padrão rítmico e harmônico reconhecível.

O que resulta da junção da melodia, harmonia e ritmo são as consonâncias e as dissonâncias.

Acontece, porém, que as definições de dissonâncias e consonâncias variam de cultura para cultura. Na Idade Média, por exemplo, eram considerados dissonantes certos acordes que parecem perfeitamente consonantes aos ouvidos atuais, principalmente aos ouvidos roqueiros (trash metal e afins) de hoje.

Essas diferenças são ainda maiores quando se compara a música ocidental com a indiana ou a chinesa, podendo se chegar até à incompreensão mútua.

Para melhor entender essas diferenças entre consonância e dissonância é sempre bom recorrer ao latim:

Consonância, em latim consonantia, significa acordo, concordância, ou seja, consonante é todo o som que nos parece agradável, que concorda com nosso gosto musical e com os outros sons que o seguem.

Dissonância, em latim dissonantia, significa desarmonia, discordância, ou seja, é todo som que nos parece desagradável, ou, no sentido mais de teoria musical, todo intervalo que não satisfaz a idéia de repouso e pede resolução em uma consonância.

Trocando em miúdos, a dissonância seria todo som que parece exigir um outro som logo em seguida.

Já a incompreensão se dá porque as concordâncias e discordâncias mudam de cultura para cultura, pois quando nós, ocidentais, ouvimos uma música oriental típica, chegamos, às vezes, a ter impressão de que ela está em total desacordo com o que os nossos ouvidos ocidentais estão acostumados.

Portanto o que se pode dizer é que os povos, na realidade, têm consonâncias e dissonâncias próprias, pois elas representam as suas subjetividades, as suas idiossincrasias, o gosto e o costume de cada povo e de cada cultura.

A música seria, nesse caso, a capacidade que consiste em saber expressar sentimentos através de sons artisticamente combinados ou a ciência que pertence aos domínios da acústica, modificando-se esteticamente de cultura para cultura

Renato Roschel

do Banco de Dados

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Oito modos, oito tons, oito partes do discurso, o legado da ciência antiga e carolíngia é chamado à zona mais sagrada do coro de Cluny III. Uma das quatro face dos dois capitéis que o ilustram associa o terceiro tom da música ao saltério, a harpa triangular que os vinte e quatro velhos do Apocalipse tangem.

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