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O Universo é Som

" À música cabe transmitir verdades
eternas e influir no caráter do homem
visando torná-lo melhor."
David Tane

Todas as formas são frequências SONORAS
Temos mostrado que todas as coisas existentes no universo estão interligadas em um dos níveis de uma seqüência denominada "Seqüência Sétupla". Nisto consiste o principal elo da unificação das diversas formas de existência.

A filosofia dualística tem feito um grande mal ao ser humano no tocante ao seu desenvolvimento espiritual, pois o individualiza e sem dúvida alguma a individualização plena determina a predominância egóica que tantos males gera. O pensamento dualístico condiciona o egoísmo, pois faz com que a pessoa deixe de se sentir parte integrante de todas as outras.
A pessoa analisa-se assim: Eu sou eu, pois sou separado desde que tenho vontade própria, tenho sensações próprias, tenho um corpo que não está ligado a qualquer outro, e assim por diante. Mas isto nada mais é que uma decorrência das limitações perceptivas. Como exemplo podemos citar que não se pode avaliar uma floresta por uma só árvore. O mesmo pode ser dito com relação aos seres em geral e o homem em particular. No exemplo da floresta a unidade de cada arvore existe, mas ela não é de forma absoluta. Se a árvore tivesse discernimento humano ela julgar-se-ía independente, não aceitaria ser parte de um algo maior, a floresta. Naturalmente uma árvore não está totalmente integrada a um sistema maior que é a floresta e sim parcialmente, mas isto não faz com que cada uma possa ser considerada como algo independente. Assim também o ser pode humano poder ser visto como entidade isolada, mas apenas até um certo nível, além do qual trata-se de um todo uno.

Já afirmamos em temas iniciais que tudo quanto há resulta da vibração de um "meio básico" que chamamos de MA e cuja manifestação no mundo inerente se expressa como Fohat.

Na verdade a vibração é uma condição que se faz presente em quase tudo o que existe no universo imanente constituindo todas as coisas que há. A vibração não somente constitui quanto integra as mais diversas formas de existência. Trata-se de algo único por isto é que existe o efeito de ressonância. Qualquer alteração na vibração de uma estrutura se faz presente em toda criação desde que o universo é uno. Naturalmente nisto tem que ser considerado o grau de intensidade da ressonância, mas podemos dizer que embora a ressonância vá atenuando-se na medida em que o evento vai se afastando na escala vibratória mesmo assim a ressonância nunca atinge o nível zero.

Agora queremos chamar a atenção para o seguinte: Sempre que existe uma vibração ela não pode ser considerada como principio isolado, outros princípios se fazem presentes, especialmente movimento e ritmo. A fim de que isto possa ser devidamente compreendido devemos ter em mente que existe uma certa diferença entre vibração e movimento. Basicamente vibração geralmente está condicionada a um certo ritmo, mas devemos salientar que o movimento pode ou não ser rítmico[1]. Por isso o Hermetismo faz distinções e considera separadamente o movimento e vibração.

Dentro do mundo imanente toda vibração pode ser considerada como sendo movimento, mas a recíproca não e verdadeira, nem todo movimento pode ser considerado vibração.

Agora vamos definir o que vem a ser um som. Podemos dizer que som é a percepção sensorial do movimento, da vibração. Sem dúvida alguma onde há movimento há som e como no universo imanente nada está parado, portanto som está sempre presente em tudo. Se ele não é percebido é uma decorrência da falta da acuidade sensorial resultante da carência de um aparelho ou órgão capaz de detetá-lo além ou aquém de determinados limites.
AUM
A criação teve inicio com a vibração, com o movimento, consequentemente com um som. Esse som é mencionado por inúmeras organizações. Os orientais o associam ao

Tudo é OM, a variação da frequência vibratória é o que diferencia uma coisa da outra, assim sendo podemos dizer que qualquer modificação do som eqüivale a alguma alteração nas coisas.

Tudo quanto há, em menor ou em maior grau, depende da vibração, portanto depende do som. Na realidade não é do som, pois som é um efeito do movimento - vibração. Sendo assim melhor se dizer que som depende da vibração.
A vibração Cósmica é a origem e a base de toda a matéria e energia existente no universo e o OM é a forma mais primordial, mais pura e menos diferenciada do som cósmico, fruto do primeiro movimento universal. Como analogia podemos dizer que o som OM assemelha-se ao arco Íris que é um desdobramento cromático emergente de um raio branco, uma apresentação em diversas cores. O raio aparentemente é incolor, mas encerra todas as cores emergentes. O mesmo se pode dizer do som OM, ele é um só que se diferencia num incomensurável número de manifestação sonoras.

O som primordial desdobra-se em tons e de diferentes freqüências e assim sendo se pode dizer que o som cósmico está presente em diferentes combinações por todo o universo. Está presente em todas as substâncias e formas, em distintas combinações vibratórias e ao mesmo tempo constitui as próprias substâncias e formas. Segundo a combinação dos tons cósmicos presentes em determinada área de espaço surge a natureza da substância naquele determinado espaço.

O universo pode ser comparado com uma caixa de ressonância. Pode-se dizer que o universo é um imenso oceano de ruídos, de sons, e sem dúvida alguma todos os seres estão ressoando mutuamente. A ressonância de um som é mais intensa naquilo que estiver mais próximo da origem desse som. As leis físicas inerentes à música mostram isto claramente. Um som qualquer tem respostas ressonante características em determinadas coisas; as estruturas ressoam em menor ou em maior intensidade segundo certos princípios, de forma harmoniosa ou não. Isto é importante, pois como decorrência resultam estados negativos ou positivos.

********************

Autor: José Laércio do Egito - F.R.C.

A história das Frequências Solfejo

(Escrita por David Hulse - SomaEnergetics.com)

Estas freqüências sonoras originais foram aparentemente usadas em cantos gregorianos antigos, como o grande hino a São João Batista, juntamente com outros que as autoridades da igreja dizem terem sido perdidos séculos atrás. Acreditava-se que os cantos e os seus tons especiais transmitiam tremendas bênçãos espirituais quando cantados em harmonia durante as missas religiosas.

Estas freqüências poderosas foram redescobertas pelo Dr. Joseph Puleo, como descrito no livro “Códigos de Cura para o Apocalipse Biológico” (Healing Codes for the Biological Apocalypse) por Dr. Leonard Horowitz. Eu dou honra a ambos os cavalheiros pelo papel que desempenharam em ajudar no retorno destas frequências perdidas à humanidade.

As 6 Frequências Solfejo incluem:

UT - 396 Hz – liberação de culpa e medo


RE - 417 Hz – desfazer situações e facilitar a mudança


MI - 528 Hz - transformação e milagres (reparo do DNA)


FA - 639 Hz - conexão / relacionamentos


SOL - 741 Hz – despertar intuitivo.


LA - 852 Hz - voltar à ordem espiritual


Por exemplo, a terceira nota, de frequência 528 Hz, é relativa à nota MI na escala e deriva da expressão "MI-ra gestorum ", o que, em latim, significa "milagre". Surpreendemente, esta é a frequência exata, usada por bioquímicos genéticos, para reparar DNAs interrompidos - o código genético sobre o qual se baseia a vida!

Um pouco de história

Na virada do século, o conhecimento do DNA entrou na consciência coletiva do mundo. Temos nos encarnado nesta experiência humana como seres divinos com um roteiro, um conjunto de instruções. Sabemos que uma percentagem muito pequena (3%) dessas instruções compõe a nossa fisiologia.

Carl Sagan escreve que a maioria de nossas informações genéticas (cerca de 97%) é DNA não utilizado. Ele se refere a isso como "jargão genético." É possível que a maior parte do que somos ainda jaz adormecida como nosso potencial humano?

No velho paradigma da religião, "o potencial" permaneceu um mistério para a mente humana, portanto, cunhamos um termo místico chamado "espírito". O Espírito era algo separado do que éramos, algo que não tínhamos e que somente poderia ser ganho através dos sistemas da maioria das religiões.

O velho paradigma e sua premissa afirmam que começamos como a biologia no ventre de nossas mães. Telliard deChardin nos diz que não somos um ser humano tentando alcançar uma experiência espiritual, mas sim, somos seres espirituais tendo uma experiência humana. Essa mudança de percepção provoca uma enorme diferença na maneira como nos percebemos neste terceiro / quarto continuum de espaço-tempo.

Sendo um estudante de "Um Curso em Milagres" nos finais dos anos 80, fui confrontado por uma dicotomia na idéia de que não somos um corpo. Eu nunca entendi essa declaração completamente até que eu li uma citação de Albert Einstein, que afirmava: "No que diz respeito à matéria, tivemos estado todos errados. O que nós chamamos de matéria é energia, cuja vibração tem sido tão reduzida para ser perceptível aos sentidos. Não há matéria.".

Eu acredito que o que está sendo afirmado é que, num nível mais profundo, não estamos separados, como um corpo, um espírito, uma alma – somos apenas seres de energia. Este é o nível de consciência que está sendo aberto por nós a partir do qual um novo paradigma está surgindo com a finalidade de curar toda a separação. A expressão popular "O Divino, está em mim” me faz separado do Divino. Possa eu sugerir uma mudança dizendo: "O Divino, como eu" para remover a separação.

À medida que nos movemos da genética e de conceitos como alma, "Alma Gêmea" e "Trabalho de alma", nós nos movemos para além do diagnóstico físico em um novo campo da física quântica. Neste novo campo, onde a consciência é vista como um campo unificado, onde tudo é tudo o mais (TOE teoria - A Teoria de Tudo), não há limites. Não existe “isto” ou “aquilo” nem eu ou você. É um novo campo de puro despertar - a consciência.

Eu resolvi a dicotomia sobre "nós não somos nosso corpo" mudando a minha percepção de genética para energética - percebendo que nós não somos destinados a ignorar nossa fisiologia mas reconhecendo o corpo como a energia vibrando a uma freqüência muito densa.

Como as frequências Solfejo se perderam?

Descobri que estas frequências poderosas tinham sido dadas à igreja há muitos anos por um propósito muito espiritual. Isso foi quando a igreja era um lugar maravilhoso para as pessoas nas aldeias se reunirem. A igreja serviu como um lugar social, político espiritual.

As pessoas vinham à missa, que naquela época, era feita em latim (até o que o Vaticano II viesse). Quando as pessoas cantam em tons latinos ou musicais, é muito poderoso, porque ele penetra através de todas as formas-pensamento limitadas e vai a níveis mais profundos do subconsciente – acessando insights além dos sistemas de crença.

Como descrito acima pelo Dr. Candice Pert, PhD, energia e vibração percorrem todo o caminho até o nível molecular. Ela afirma que temos 70 diferentes receptores nas moléculas e, quando a freqüência de vibração as atinge, elas começam a vibrar. Além disso, observou ela, "à medida que elas começam a vibrar, elas se tocam e fazem cócegas umas nas outras e brincam e se rearranjam."

É toda esta dança ritual energética, a nível celular, que abre os cromossomos e expõe o DNA às frequências. Quando fazemos tonificação, tambores, cânticos, ou diapasões - pode ser uma forma de direcionar a energia para fins de transformação.

Vibração e som podem ser usados, como a maioria das coisas, seja com intenção positiva ou negativa. Usado de forma negativa, não é nada mais do que o controle e manipulação. A maior parte do mundo foi construída em cima de controle e manipulação à medida que nos comunicamos através da linguagem.

Um monte de diferentes textos, como a Bíblia, falam sobre a importância de apenas fazer som, quer se trate de cânticos, percussão, ou falando em línguas (como os fundamentalistas, carismáticos fazem). Eles são apenas diferentes maneiras pelas quais as pessoas estão acessando níveis mais profundos de si mesmas. Sugiro-lhe que os diapasões Solfejo são uma forma ainda mais pura de fazer isto com a intenção positiva.

Quando o Dr. Joseph Puleo estava pesquisando os tons, ele foi encaminhado para um Monsenhor em uma universidade em Spokane, WA, que era chefe do departamento medieval. Após uma conversa de 20 minutos:

"Você consegue decifrar o latim medieval?

"Absolutamente!"

"E você conhece a escala musical e tudo mais?"

"Absolutamente!"

"Pois então, você poderia me dizer o que “UT – queant laxis” significa?

Monsenhor brincou: "Não é da sua conta.”

Então ele desligou.

Além disso, como o Dr. Puleo pesquisou mais sobre os tons, deparou-se com um livro em canto gregoriano pelo Professor Emeritus Willi Apel que argumentou que “os cantos que estão sendo hoje usados estão totalmente incorretos, e prejudicaram o espírito da fé católica ( 1 ) ". Além disso, o Professor Apel relatou que 152 cantos estavam, aparentemente, ausentes.

A Igreja Católica, provavelmente “perdeu” estes cantos originais. Os cantos eram baseados na escala antiga original de 6 notas musicais chamada Solfejo ( 1 ) ". Confie em mim, nada está perdido, é só arrumar ordenadamente, no entanto, eles não podem esconder das massas o que está energeticamente colocado dentro da alma.

Segundo o professor Willi Apel ( 1 ), a origem do que hoje é chamado de Solfejo ... surgiu a partir de um hino medieval de João Batista que tem a particularidade de que as primeiras seis linhas da música começaram, respectivamente, sobre as primeiras seis notas sucessivas da escala e, assim, a primeira sílaba de cada linha foi cantada numa nota em grau maior que a primeira sílaba da linha precedente.

Aos poucos, as sílabas se tornaram associadas e identificadas com suas respectivas notas e, como cada sílaba terminava em uma vogal, elas foram particularmente adaptadas para o uso vocal. Assim, "Ut" foi substituído pelo artificial “Dó”. Guido de Arezzo foi o primeiro a adotá-las no século 11 e Marie Le, um músico francês do século 17, acrescentou "Si" para a sétima nota da escala a fim de completar a série.

Pesquisas adicionais afirmam que o Papa João, mais tarde, tornou-se um santo - São João - e, em seguida, a escala foi alterada. A sétima nota "Si" foi acrescentada a partir de seu nome. "Si" se tornou mais tarde "Ti". Essas mudanças alteraram significativamente as freqüências cantadas pelas massas.

As alterações também enfraqueceram o impacto espiritual dos hinos da Igreja. Devido à música carregar ressonância matemática, as freqüências são capazes de inspirar a humanidade espiritualmente a fim de deixá-la mais semelhante a Deus, as mudanças efetuaram alterações no pensamento conceitual, distanciando ainda mais a humanidade de Deus.

Em outras palavras, quando você canta um Salmo, é música para os ouvidos. Mas ele foi originalmente destinado a ser música para a alma ou para a orelha secreta. Assim, mudando as notas, as altas matrizes do pensamento e do bem-estar foram esmagadas. Agora é hora de recuperar essas notas em falta.

Eu tinha ouvido falar do, re, me, fa, so, la, ti, do. Eu particularmente respondia a ele sempre que ouvia essa música por Julie Andrews em "The Sound of Music". Eu tenho literalmente um "disparo das células cerebrais", à medida que está gravada no meu cérebro, e eu vejo sua vinda sobre a montanha no filme. Eu não sabia que isto era realmente uma escala modificada, uma segunda escala. A escala original Solfejo realmente era: UT, RE, MI, FA, SO, LA.

Olhando para as definições de cada uma das sílabas originais, usando entradas ocultas no dicionário Webster's e nos Apócrifos originais gregos, eu determinei que estas frequências originais podem ser usadas para tornar a tristeza em alegria, ajudando a pessoa a se ligar com sua Fonte para trazer milagres, reparar o DNA, conectar-se com sua família espiritual, resolver situações e se tornar mais intuitivo, e, finalmente, retornar à ordem espiritual ( 2 ).

Através da música, esses tons podem ajudar todos os canais a ficarem abertos e manter a força de vida (Chi), literalmente, fluindo através do Sistema de Chakras livremente. É isso é o que as seis freqüências eletro-magnéticas devem realizar que foram colocados em hinos perdidos e cânticos gregorianos?

Acho que estamos vivendo numa época tremendamente maravilhosa, e ao invés de ver o copo "meio vazio", veja-o como "meio cheio." Ao invés de aceitar a perspectiva do Jornal Nacional da visão de mundo, encontre a perspectiva através da visão de seu próprio coração.

Trata-se de mudança e transformação da humanidade para o próximo nível de evolução. Nós, como Trabalhadores Espirituais da Luz, fizemo-nos acessíveis neste momento, por determinação divina, para estar aqui a fim de ajudar aqueles humanos que escolhem (é tudo baseado em escolha irrevogável) ficar ou ir. Aqueles que optaram por permanecer entrarão em nossas vidas e nós já concordamos em ajudá-los.

É tudo sobre ajudar outras pessoas. Não é para ser seu Curador mas para ajudá-los a saber quem eles são e se conectar com sua verdadeira origem. Trata-se de fornecer um ambiente de não-julgamento, um espaço sagrado, com a finalidade de se curarem.

Devemos estar continuamente ensinando ao mesmo tempo em que apoiamos pessoas. O velho paradigma nos ensina a manter a informação entre os profissionais. O novo paradigma consiste em compartilhar as informações e autorizar o cliente. Todo mundo com quem trabalha - quer se trate de Reiki ou Massagem, seja utilizando diapasões ou outras modalidades - deve sentir que você o habilitou para que possa estender esta informação para outra pessoa.

A cura se tornou relacionada com nossa evolução por reconectar os filamentos adicionais de DNA. A cura se refere também à ajuda de outra pessoa a se restaurar a um estado de "Plenitude Espiritual".

Notas:

(1) “Códigos de Cura para o Apocalipse Biológico” por Leonard Horowitz Dr., p. 345-6
(2) Ibid.
(3) De "O Jogo cósmico do homem” por Guiliana Conforto

3, 6 e 9

Quando olhamos para as seis frequências Solfejo originais, utilizando o método pitagórico, encontramos que a base ou raiz dos números vibracionais é 3,6 e 9. Nicola Tesla nos diz e eu cito: "Se você soubesse a magnificência do 3, 6 e 9, então você teria uma chave para o universo."

John Keely, especialista em tecnologias eletromagnéticas, escreveu que “as vibrações de terços, sextos e nonos eram extraordinariamente poderosas." De fato, ele demonstrou que “os terços antagônicos vibratórios eram milhares de vezes mais fortes que o calor para separar o hidrogênio do oxigênio na água ".

Em sua "Fórmula de Desintegração Aquosa ", ele escreveu que "na dissociação molecular ou desintegração de elementos simples e compostos, sejam gasosos ou sólidos, uma corrente de vibração de terços, sextos, e nonos antagônicos em sua massa irá impulsionar subdivisões progressivas. Na desintegração da água, o instrumento é definido em terços, sextos e nonos para obter os melhores efeitos. "

No livro do Gênesis, afirma-se que há seis dias da criação. No entanto, muitos falam sobre a semana da criação - ou sete dias - e a Bíblia cristã vê o número sete como número da perfeição. Por que 7? Será devido à influência da cultura do Oriente Médio no momento em que Jesus viveu, quando se acreditava que havia apenas sete planetas?

Em relação à adição de um sétimo número, eu fui misticamente atraído por um artigo no Discovery Magazine. Em seu livro mais recente, “Apenas seis números”, Rees afirma que seis números fundamentam as propriedades físicas fundamentais do universo, e que cada um é o valor exato necessário para permitir a vida florescer.

Ao expor essa premissa, ele se junta a uma longa linha de ousadia intelectual de cosmólogos e astrofísicos (para não mencionar os filósofos, teólogos e lógicos) esticando todo o caminho de volta para Galileu, que pergunta: Por que estamos aqui? Como Rees diz: "Estes seis números constituem uma receita para o universo." Ele acrescenta que “se qualquer um dos números fosse diferente, mesmo ao mais ínfimo grau, não haveria estrelas, nem elementos complexos, nem vida." ( do Discovery Magazine).

Como alguns autores especulam, poderiam estes tons ter desempenhado um papel na ruptura milagrosa da grande muralha de Jericó em seis dias antes de cair o sétimo dia? Alguns cientistas estão dizendo que se fomos criados, é mais provável termos sido cantados à existência.

É possível que os seis dias da criação mencionados em Gênesis representem seis freqüências fundamentais que sustentam o universo? Estudiosos religiosos acreditam que os eventos ocorreram como resultado de sons sendo falados ou tocados.

Outros cientistas, incluindo os gênios Nikola Tesla, Raymond Rife, assim como Mozart, Haydn, Beethoven e Chladni, todos devem ter conhecido e usado o conceito do poder inerente de três, seis, e noves. Então estamos lidando com três números poderosos: 3-6-9.

Todos os seis dos Diapasões Solfejo somam, individualmente, ao regime de Pitágoras de 3-6-9. Na verdade, visto que há dois conjuntos de 3-6-9 (anagramas), no solfejo, eles são ainda mais poderosos pois estas combinações servem como "portais" para outras dimensões!

Somente entonação – Disposição igual de 12 tons

Como já observado anteriormente, uma outra razão pela qual estas freqüências Solfejo antigas se tornaram "perdidas" foi por causa da mudança nas práticas de afinação ao longo da história. O método padrão de afinação dos últimos 200 anos é muito diferente das práticas de afinação que datavam desde a antiguidade até por volta do século 16 dc. Estas práticas antigas de afinação usavam um sistema de afinação conhecido como Entonação Justa.
A prática de afinação adotada pelas culturas ocidentais durante os séculos 16, 17 e 18 e, usadas hoje em dia, é conhecida como disposição igual de 12 tons. A explicação dos fundamentos destes sistemas de ajuste é demasiadamente complexa, mas a seguinte citação de um livro escrito por David B. Doty, intitulado “A cartilha da entonação justa” (The Just Intonation Primer), deve dar uma idéia do confinamento a que a música tem sido relegada: “Essencialmente, a música tem sido colocada em uma caixa de limitações como resultado da rigidez imposta pelos padrões de afinação da igualdade de 12 tons em uso hoje.”

"Embora seja difícil descrever as qualidades especiais dos intervalos justos (entonação) para aqueles que nunca os ouviram, palavras como clareza, pureza, suavidade e estabilidade vem à mente. Os intervalos consonantais supostos e acordes da disposição igual em 12 tons se desviam das relações simples em diferentes graus tais como o som áspero, inquieto, ou enlameado na comparação. "

A entonação justa pode ser encontrada em muitos dos grandes Pais da Música Clássica - Beethoven e Hyden, só para citar alguns. Eles não usam esta disposição de 12 tons e eu acho que isto é porque nós temos uma experiência mais rica quando ouvimos a música que foi composta por várias centenas de anos atrás. A Música Clássica com base na entonação justa nos dá uma relação diferente com o tempo e espaço e nos traz aos nossos chacras superiores.

O canto dos nativos americanos é, muitas vezes, baseado somente em entonação. O canto parece soar monótono mas estamos descobrindo que, dentro do som monótono, estão as harmônicas multi-dimensionais.

Como estes diferentes tipos de tons afetam a nossa saúde.

Consequentemente, uma vez que toda a música em nosso mundo contemporâneo (a partir de comerciais até hinos modernos e sinfonias) foi composta utilizando a escala de disposição igual de 12 tons , todos eles têm limites vibracionais. Como resultado, a frequência de vibração dos tons da música moderna pode criar situações como a "caixa-de pensar", emoções cheias e reprimidas e consciência de “falta" baseada no medo – todas elas tendem a manifestar os sintomas físicos da "doença."

Isto está em contraste com a música criada a partir da escala antiga Solfejo, o que estimula a vibração da criatividade expandida, a resolução mais fácil de problemas e a saúde holística.

Novamente, deve-se notar que, embora existam notas contemporâneas que se aproximam dos tons Solfejo, elas não são da mesma frequência que os tons antigos. Exemplo: O tom Solfejo Mi vibra a 528 Hz. O tom contemporâneo mais próximo comparável é C, acima do C médio, que vibra a 512 Hz. Nossa pesquisa indica que as frequências de vibração contida nos tons Solfejo realizam estas potencialidades curativas originais.
Se você tem dúvidas sobre a frequência Solfejo, não hesite em nos contatar.

INSTRUÇÕES:

Encontre um lugar calmo onde você não será perturbado. A utilização de fones de ouvido estéreo para as frequências Solfejo é altamente recomendada. Quanto melhor a qualidade dos fones de ouvido, melhor o resultado que você receberá.

À medida que você começa a ouvir as freqüências Solfejo, é importante que você se concentre no jogo tonal Solfejo. Deixe ele estar onde você focaliza sua atenção.

à medida que você também começa a ouvir as frequências, você pode encontrar sintomas como dores de cabeça, contrações musculares do corpo ou até náusea. Não se assuste. Isso é perfeitamente normal ! Os tons estão removendo bloqueios energéticos de seu corpo de modo que seu campo eletromagnético harmônico natural possa fazer fluir mais energias para as áreas mais necessitadas do corpo.

Para melhores resultados, ouça qualquer versão das freqüências Solfejo pelo menos uma vez por dia. Os melhores resultados acontecem após um período de seis semanas ouvindo os tons diariamente. Você pode ouvir os tons quantas vezes quiser por dia, eles só irão beneficiá-lo. Desde que você execute a rotina uma vez por dia durante seis semanas, você vai começar a ver resultados.

Lembre-se que as frequências Solfejo não são uma cura milagrosa. De maneira alguma, você deve substituir o medicamento prescrito ou qualquer outra forma de tratamento sem antes consultar o seu médico. As frequências de Solfejo são uma ferramenta adicional que podem ajudá-lo em condições médicas mas não devem, de forma alguma, ser a principal fonte de substituição sem o consentimento do médico.

________________________

Esta mensagem foi escrita por Brad Johnson (os vídeos foram incluídos por Anjo de Luz)
Traduzida por Thiago Freitas para Anjo de Luz
Email: tradutor_2010@hotmail.com
Visite www.solfeggiotones.com



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por Paulo Faustino

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TENDÊNCIAS DO MARKETING DIGITAL

Dada a relevância que a internet passou a ter na vida das pessoas e das empresas, sendo que mais de 20% da população mundial está online, via computador ou celular, e somente por este último meio foram realizadas mais de três bilhões de vendas no mundo, tornou-se fundamental para as empresas que buscam obter sucesso em suas respectivas áreas acompanhar os passos online dos seus clientes e conhecer seus hábitos de compra.

Uma das principais mudanças já observadas diz respeito àquilo que se habituou chamar de “inversão” do vetor de marketing, principalmente devido aos buscadores na web, pois hoje, quase todas as compras são, de alguma forma, influenciadas pela internet, seja para pesquisas de preços, para conhecer o produto ou saber a opinião dos outros antes da compra, seja para realizar a compra propriamente dita, online ou no varejo tradicional, mas a pesquisa estará nas mãos do consumidor. Essa é, portanto, uma das primeiras tendências a se destacar: se sua empresa não for encontrada, ela não existe! Com isso muitas redes têm investido no modelo multicanal para atender diferentes públicos. Essas soluções são apropriadas para reduzir o temor que alguns consumidores podem apresentar com as compras na rede.

Outra tendência, voltando à questão do conhecimento do internauta, é a utilização de ferramentas que possibilitam diversos tipos de pesquisas, desde as básicas, como saber as páginas visitadas e o tempo gasto pelo seu cliente no portal da empresa – o que poderá lhe trazer informações que indicam se o processo de informações e vendas está realmente adequado ou se é necessário realizar um estudo de usabilidade para torná-lo mais intuitivo, por exemplo.

Outra tendência, alinhada a esta, mas com um funcionamento diferente é a concessão ou venda, a preços módicos, de novos aplicativos para celulares, baseados no uso de GPS, com os quais o usuário pode personalizar seu aparelho, mas em troca a essa “aparente” gratuidade ele estará fornecendo aquilo que há de mais valioso no mundo digital: “informação”. Com isso ele passa a fornecer dados sobre seus horários, trajeto, local de trabalho e casa, enfim, informações que podem ser utilizadas para posteriormente lhe oferecerem desde empreendimentos imobiliários na região até bares e restaurantes badalados no momento.

Além desses dados coletados via GPS há também o acompanhamento que empresas como o Google já fazem há algum tempo, analisando a forma como são usados seus diversos produtos, como email, buscador, etc, também para oferecer algo que é condizente com o que “coincidentemente” se está buscando naquele momento.

O que o fundador Greg Skibiski da empresa Sense, de pesquisas nessa área, cita é que “não se precisa saber o que as pessoas pensam. Só o que elas fazem.”

O que isso tudo quer dizer? Em primeiro lugar “informação é fundamental” e em segundo é que esse maior conhecimento de hábitos possibilita às empresas levarem uma oferta mais personalizada e adequada às necessidades dos seus clientes, gerando menor dispersão e maiores chances de atingirem seus objetivos.

Para alguns consumidores isso pode parecer simpático, sendo que para outros, será considerado invasivo, pois ainda estão sendo definidas novas regras de ética e privacidade.

Mas esse é, sem dúvida, o mundo desejado para o marketing.

ARTIGO PUBLICADO NA REV. MARKETING JUN 09

Por Sandra Turchi

Ser uma Flor de Lótus

De acordo com o Budismo, uma flor de lótus serve como assento aos que renascem no paraíso budista. No budismo, o lótus é o símbulo de pureza e perfeição da natureza búdica, inerente com todas as pessoas. "Assim como o lótus brota de dentro da escuridão da lama para a superfície da água, florescendo somente depois que se elevou acima da água e por permanecer imaculada sem se contaminar nem com a terra nem com a água que o nutriram, da mesma forma a mente, nascida do corpo humano, desabrocha suas verdadeiras qualidades( pétalas ) depois que se elevou acima das torrentes lodosas da paixão e da ignorância, e transforma as forças obscuras das profundezas em brilhantes e puros néctar da consciência iluminada."

( Govinha, pg.89 in Philip Kapleau: Os três pilares do Zen. Ed. Itatiaia)

Lótus é o símbolo da expansão espiritual, do sagrado, do puro.

A lenda budista nos relata que quando Siddhartha, que mais tarde se tornaria Buda, tocou o solo e fez seus primeiros sete passos, sete flores de lótus cresceram. Assim, cada passo do Bodhisattva é um ato de expansão espiritual. Os Budas em meditação são representados sentados sobre flores de lótus, e a expansão da visão espiritual na meditação ( dhyana ) esta simbolizada pelas flores de lótus completamente abertas, cujos centros e pétalas suportam imagens, atributos ou mantras de vários Budas e Bodhisattvas, de acordo com a posição relativa a relação mútua.

Do mesmo modo, os centros da consciência no corpo humano ( Chacras ) estão representados como flores de lótus, cujas cores correspondem ao seu caráter individual, enquanto o número de suas pétalas correspondem às suas funções.

O significado original deste simbolismo pode ser visto pela semelhança seguinte: Tal como a flor de lótus cresce da escuridão do lodo para a superfície da água, abrindo suas flores somente após ter-se erguido além da superfície, ficando imaculada de ambos, terra e água, que a nutriram - do mesmo modo a mente, nascida no corpo humano, expande suas verdadeiras qualidades ( pétalas ) após ter-se erguido dos fluidos turvos da paixão e da ignorância, e transforma o poder tenebroso da profundidade no puro néctar radiante da consci6encia iluminada ( bidhicitta ), a incomparável jóia ( mani ) na flor de lótus (padma ). Assim, o arahant ( santo ) cresce além deste mundo e o ultrapassa. Apesar das suas raízes estarem na profundidade sombria deste mundo, sua cabeça esta erguida na totalidade da luz. Ele é a síntese viva do mais profundo e do mais elevado, da escuridão e da luz, do material e do imaterial, das limitações da individualidade e da universidade ilimitada, do formando e do som sem forma, do Samsara e do Nirvana. Se o impulso para a luz não estivesse adormecido na semente profundamente escondida na escuridão da terra, o lótus não poderia se voltar em direção a luz. Se o impulso para uma maior consciência e conhecimento não estivesse adormecido mesmo no estado da mais profunda ignorância, nem mesmo num estado de completa inconsciência um iluminado nunca poderia se erguer da escuridão do Samsara. A semente da iluminação esta sempre presente no mundo, e do mesmo modo como os Budas surgiram nos ciclos passados no mundo, também os iluminados surgem no presente ciclo e poderão surgir em futuros ciclos, enquanto houver condições adequadas para vida orgânica e consciente.

Adaptação do livro " FUNDAMENTOS DO MISTICISMO TIBETANO " do Lama Anagarika Govinha
Editora pensamento ( 1995 )

O verdadeiro simbolismo da Flor de Lotus é o de demonstrar , na prática, a possibilidade de transformarmos o nosso lado negativo em algo puro e belo , diariamente, silenciosamente e com toda a tranqüilidade.

Tal como o lótus que cresce da escuridão do lodo para a superfície, abrindo as flores somente após ter-se erguido além da superfície da água. Suas flores ficam livres do lodo e da água que as nutriram.

Pura e límpida como tivesse sido gerada em uma incubadora esterilizada.

Do mesmo modo a mente expande suas verdadeiras qualidades (as pétalas) após ter-se erguido dos fluidos turvos da paixão e da ignorância. Transformando o poder tenebroso da profundidade no puro néctar radiante da Consciência Iluminada, a flor de lótus (Padma ou Pema). - do blog Ziguezague

O lótus é um dos oito símbolos auspiciosos e uma das mais pungentes representações do ensino budista. As raízes do lótus estão na lama, o caule cresce através da água, e essa metáfora fortalece a flor perfumada que desabrocha sua beleza acima da água a cada raio de sol.

Este padrão de crescimento significa o progresso da alma que mesmo adversa vindo da lama materializa-se na primavera e sobrepõe-se a todas as adversidades. Embora haja outras plantas que nasçam acima da água, apenas o lótus que devido à força do seu caule, sobe de oito a doze centímetros acima da superfície demonstrando a sua grandeza e exuberância.

De acordo com o Lalitavistara, "o espírito do melhor dos homens é impecável, tal como o lótus na água enlameada que não aderem a ele."

De acordo com outro especialista, esotérico budista, "O coração dos seres é como uma lótus fechada: quando as virtudes do Buda desenvolver neles, o loto ira floresce; é por isso que Buda sempre esta representado em um lótus florescente".

O lótus é uma das melhores metáforas do budismo aparece em todos os tipos de arte budista em todas as culturas budista elas muitas vezes embelezam as artes têxteis, cerâmicas e arquitetura. A mais importante divindade budista "Buda" é associada a lótus, por estar sentada sobre uma em plena floração ou tela em suas mãos isso aparece em algumas imagens do Buda de pé ou cada pé repousa sobre um lótus separada. A cor do lótus tem uma influência importante sobre a simbologia associada a ela:

Lótus Branca: Esta representa o estado de perfeição espiritual e mental total pureza e proclama a sua natureza perfeita, uma qualidade que é reforçado pela cor de seu corpo.

Lótus Rosa: Este supremo do loto, geralmente reservada para os mais altos deidade. Assim, naturalmente, é associado com o Grande Buda.

Lótus Vermelho: Isto significa a natureza original e pureza do coração (hydria). É o loto de amor, compaixão, paixão e todas as outras qualidades do coração. É a flor de Avalokiteshvara, o Bodhisattva da compaixão.

Lótus Azul: Este é um símbolo da vitória do espírito sobre os sentidos, e significa a sabedoria do conhecimento. Não é surpreendente que sejam as flores preferidas de Manjushri, o Bodhisattva da sabedoria.

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Porque sua empresa precisa de um Blog?

Oi gente,

Eu trabalho com blogs a mais de 10 anos e muitas pessoas me perguntam porque ter um Blog.

Se eu tenho um site, eu preciso de um Blog?

Bom, é FATO que tudo o que se faz num site, pode ser feito em um blog também...aí eu já vejo uma grande vantagem, ou melhor duas, a primeira é que você registra o teu blog e ele é SEU, com o .blogspot ou .wordpress ou .fotolog, mas é teu! e a segunda e melhor é que é GRÁTIS; você não paga a hospedagem nem o registro.

Eu vejo muitas vantagens em ter um Blog, sou apaixonada por este trabalho e todos os dias descubro coisas novas e formas de interação que estão revolucionando o marketing digital.

Lendo pesquisas de mercado da MacCann Worldgroup estes dias, fiquei impressionada com o crescimento de blogs corporativos nos EUA e Europa, o crescimento de anúncios em blogs versus a diminuição dos anúncios em sites, o absurso crescimento de anúncios em web tv/rádios e a diminuição em rádio/tv normal.

Eu acho que nesta nova "web era" não tem muito o que dizer, os números falam por sí só e a empresa que quiser sobreviver vai ter que aderir a demanda dos Blogs e a sua informalidade!

Abaixo um artigo mais específico sobre Blogs corporativos e porque ter um.
Grande Abraço
Luz e Paz
Pat Poll



Blogs Corporativos - Um poderoso canal para estreitar relações

O que é um blog corporativo?

Em linhas gerais, pode-se dizer que o blog corporativo é um poderoso canal para estreitar relações e, principalmente, interagir com o consumidor: explicar como determinado produto (ou serviço) funciona, receber críticas, elogios e sugestões.

Isso em linhas gerais, porque um blog pode ser isso e muito mais. As marcas mais espertas têm usado blogs para criar relacionamentos profundos com seus clientes, compartilhando conhecimento e experiências relevantes. Além disso, como o relacionamento em um blog é baseado na permissão, e não na intrusão, abre-se a possibilidade se travar uma conversa mais informal e menos centrada em vendas – o que gera, por si só, maior confiança e intimidade.

Por que fazer um blog corporativo?

Ter um blog corporativo ajuda na otimização do site nos mecanismos de busca como o Google. Com geração de conteúdo e palavras-chave, o site terá mais tráfego e poderá ser mais facilmente achado.

A marca tem de estar onde o consumidor está. A população brasileira está usando em peso a Internet. São mais de 60 milhões de internautas, sendo que cerca de 80% usam banda larga. Registre-se ainda o fato de que o brasileiro é o povo que mais tempo online passa.

Um blog corporativo pode gerar leads e vendas. Quem nunca pesquisou sobre produtos e serviços no Google? Pesquisas indicam que mais de 75% das pessoas pesquisam antes de fazer suas compras. Um blog bem feito pode ser o empurrãozinho que faltava.

É a oportunidade de divulgar produtos e serviços de um jeito diferente, de forma menos “marqueteira” e intrusiva. É o cliente que vem até o blog.

Possibilidade de interagir com clientes e possíveis clientes e manter um relacionamento aberto e duradouro. Clientes satisfeitos têm o poder de seduzir novos clientes para o seu negócio.

Fator educacional. Seu negócio tem um produto ou serviço difícil de explicar e de vender? Nada melhor do que um blog com farto conteúdo técnico. Educar potenciais clientes é um dos grandes benefícios que um blog pode trazer para uma marca.

Ter um blog faz você pensar no seu negócio o tempo todo. Pense nisso: conduzir e atualizar um blog corporativo faz com que os gestores pensem mais no negócio e em desenvolver soluções baseadas nas interações cliente/empresa. O blog é hoje o papo de balcão de antigamente.
 
Ferramenta de recursos humanos. Ter um blog bacana, atualizado e relevante, também tem função de recursos humanos: atrai e retém talentos, envolve e integra funcionários e pode ser como um belo canal de comunicação interno.

Resultados: fruto de investimento em tempo, pessoas, trabalho e planejamento

Obter resultados com blogs corporativos exige tempo, recursos humanos, persistência e muito trabalho. Os blogs requerem atenção contínua e produção constante de conteúdo para poderem virar referência junto aos clientes e possíveis clientes e aos mecanismos de busca. Sem isso, nada feito.

É melhor desistir da idéia e investir em marketing tradicional. Sua empresa deve ter um planejamento e uma estratégia muito bem definida antes de colocar a coisa em prática. Perguntas que devem ser respondidas: qual o objetivo central? (criar relacionamentos? gerar vendas?), que tipo de assunto vai entrar?, qual a periodicidade?, qual é o público-alvo?, quem vai atualizar?, como vai ser divulgado? etc.

Outro ponto importante a ser ressaltado é que blogs corporativos dificilmente darão retorno no curto prazo. É um investimento no médio e no longo prazos. É como um relacionamento: você investe, investe, investe, para depois colher lá na frente. Se o objetivo maior do blog for apenas otimização em mecanismos de busca, por exemplo, em 3 meses já se consegue algo interessante.

Mensuração

Mensurar a performance do blog é fundamental. É através das estatísticas detalhadas que você pode direcionar melhor o conteúdo ou investir em assuntos que renderam mais. Qual a melhor forma de mensurar? O número de visitantes é importante, mas não se pode levar em conta apenas isso. É importante também ver a quantidade e a qualidade dos comentários deixados, links e referências em outros sites.

Ferramentas como o Google Analytics ajudam.

O que o blog não é

Um blog não deve ser mera vitrine de produtos e serviços e espaço para anúncios e press-releases da empresa. Se um blog fizer apenas isso, será cansativo e despertará pouco interesse.

Os 10 maiores erros

Christopher Barger, gerente do blog da GM, Fastlane, aponta os dez maiores erros nos blogs corporativos (citado por Fábio Cipriani):

Erro #1. Tratar o blog como um canal para mensagens corporativas

Erro #2. Muita pressa para responder feedbacks negativos

Erro #3. Medo das críticas

Erro #4. Posts escritos para outra pessoa em seu nome

Erro #5. Dar aos blogueiros a impressão que o post publicado é o produto final

Erro #6. Usar blogueiros que falam uma língua muito corporativa

Erro #7. Não estabelecer as regras e normas do blog

Erro #8. Não manter freqüência nos posts

Erro #9. Furar a sua própria política de controle de comentários

Erro #10. Editar, esconder ou apagar um post quando cometer um erro

Tipos de blogs corporativos

Grosso modo, pode-se dividir os blogs corporativos em quatro tipos: o de mercado, o de relações públicas, o de recursos humanos e de suporte/educação. Cada empresa deve definir bem o escopo do seu blog, podendo inclusive fazer um mix. Mas, antes de tudo, é importante definir qual o objetivo do blog. Vendas? Ganho de marca? Gerar relacionamento?

•Blog de mercado

No blog de mercado, a empresa cria um blog sobre o negócio onde atua e traz notícias relacionadas, artigos, pesquisas etc. O objetivo é tornar-se referência naquele assunto. O blog pode ser declaradamente da empresa ou patrocinado por ela – neste último caso, deve-se tomar o cuidado de a empresa não ser citada freqüentemente, sob o risco de o blog ser considerado “comprado”.

Utilizações mais comuns:

- Falar do mercado onde a empresa atua, de forma ampla;

- Apresentar cases do mercado;

- Apresentar soluções:

- Indicar boas práticas de mercado:

- Apresentar novas tecnologias e processos;

- Recomendas eventos e publicações;

- Apresentar pesquisas de mercado.

•Blog de relações públicas

No blog de relações públicas, o espaço é usado para falar diretamente da empresa e eventualmente do mercado onde atua. O objetivo é compartilhar experiências e interagir com clientes e possíveis clientes. Neste caso, o blog deve trazer assuntos relacionados à empresa e ao seu mercado de atuação e pode (deve, aliás) ter uma linguagem mais informal.

Utilizações mais comuns:

- Divulgar e apresentar produtos e serviços:

- Divulgar e comentar eventos que a empresa participa;

- Apresentar resultados da empresa;

- Responder e citar feedbacks de clientes e parceiros;

- Divulgar cases de serviços executados pela empresa;

- Compartilhar desafios e experiências;

- Trazer artigos sobre o mercado.

•Blog de recursos humanos

Tendo em vista os recursos humanos, o blog pode ser usado para facilitar a comunicação interna e/ou promover a integração entre colaboradores. A linguagem usada deve ser informal e o blog deve apoiar a participação/interação do público interno, seja através de comentários, fóruns ou enquetes. Além disso, a empresa também pode estimular seus funcionários a produzirem blogs, como forma de aumentar a satisfação e a integração entre as pessoas.

Utilizações mais comuns:

- Divulgar eventos e projetos da empresa, como novos produtos, novos clientes, novos colaboradores etc.

- Reforçar valores institucionais da empresa;

- Recomendar notícias;

- Parabenizar aniversariantes;

- Organizar festas.

•Blog de suporte técnico e educação

O blog pode também ser um excelente canal de suporte técnico e educação, trazendo conteúdo técnico e educacional, na forma de wikis, FAQs (perguntas mais freqüentes) e funcionalidades dos produtos/serviços. No que toca ao atendimento, o blog pode trazer recurso de chat online e abertura de chamados, o que diminui custos de atendimento telefônico, por exemplo. Tem a vantagem de manter o conteúdo sempre online e atualizado, podendo ser pesquisado posteriormente pelo cliente ou pelo próprio suporte para resolver de forma mais rápida às solicitações. Além disso, humaniza o atendimento da empresa e mostra que ela é aberta ao cliente.

Utilizações mais comuns:

- Conteúdo educacional, como manuais de uso e dicas;

- Wikis e FAQs (perguntas e respostas);

- Fóruns de discussão;

- Chats;

- Responder reclamações publicamente.

A divulgação

Não basta apenas criar o blog corporativo e não divulgá-lo. Seus clientes, possíveis clientes e até mesmo ex-clientes precisam saber que sua empresa tem um blog. Seus funcionários também precisam saber que a empresa tem um blog. A imprensa precisa saber que sua empresa tem um blog.

A primeira forma de divulgar seu blog é enviar e-mails personalizados para pessoas. Se sua lista de clientes ou prospects for muito grande, elabore grupos e escolha, dentro dos grupos, as pessoas que você acha que mais gostariam de ler o blog ou têm maior poder de espalhar a notícia. Vá aos poucos e sem afobação. Uma dica: o e-mail tem de ser de uma pessoa para outra pessoa e não de uma empresa para uma pessoa.

Outra forma de divulgar o blog é enviar uma newsletter para sua lista de contatos. Você pode até enviar uma newsletter mensal, com o resumo dos principais posts e convidando as pessoas a participarem do blog - seja através de contribuições ou comentários.

Comentar em outros blogs também é uma boa forma de atrair visitantes para o seu blog. Mas lembre-se: seja pertinente e nunca faça propaganda direta do seu blog. Algumas dicas: apresente-se, seja simpático e bem-humorado, não comenta erros ortográficos, comente algum assunto que você tenha afinidade etc.

Se quiser ser mais agressivo e o seu blog trouxer bastante conteúdo de referência, você pode fazer propaganda usando os links patrocinados do Google, por exemplo, ou até mesmo anunciar em sites que seu público-alvo frequenta.

Além disso, estar presente nas redes sociais (como Twitter, Orkut e Facebook) é fundamental para gerar buzz e atrair leitores. Mas lembre-se: seu blog só vai ter sucesso e atrair visitantes se o conteúdo for relevante e pertinente.

Webwriting e SEO

É muito importante que o blog corporativo seja escrito para a internet. Mas o que é escrever para a internet? Escrever para a internet quer dizer que o blog deverá ter conteúdo otimizado para mecanismos de busca, como Google e Yahoo. Por conteúdo otimizado entenda uma série de "truques" para que o blog tenha maior destaque nas pesquisas - a isso deu-se o nome de SEO, search engine optimization (otimização para mecanismos de busca).

Um dos grandes trunfos de se manter um blog atualizado e com conteúdo relevante é que ele tem a capacidade de trazer, no médio e longo prazos, dividendos tangíveis para sua empresa (visitas, leads, vendas) através dos mecanismos de busca.

Como? Você cria conteúdo e pode ser achado no Google, por exemplo, por um possível cliente que está atrás daquilo que você já escreveu no blog. Vender fica muito mais fácil assim, não?

Abaixo seguem algumas dicas para seu blog ser mais facilmente encontrável nas ferramentas de busca.

•Crie títulos precisos, que resumam o assunto e que contenham as palavras-chave daquele assunto. Quando procuradas no Google, estas palavras aparecerão em negrito, o que estimulará o clique. Evite títulos grandes. Um título bom deve ter até 96 caracteres ou, no máximo, 150.

•Nas primeiras linhas de um texto, resuma o conteúdo e use palavras-chave. Quando procuradas no Google, as primeiras linhas aparecem logo abaixo do título. Procure fazer o primeiro parágrafo curto e sintético.

•Negrito nas palavras-chave. Mostra que a palavra é importante. Melhor ainda se essa palavra-chave tiver link para outra página que esgote o assunto.

•Estruture muito bem o texto, evitando parágrafos longos. Se o texto vai falar sobre 5 tópicos de um mesmo texto, divida o texto em 5 tópicos com um subtítulo (com palavra-chave) cada. Assim, você facilita a leitura e torna a página mais facilmente achável.

•Crie conteúdo único e exclusivo. Não copie frases inteiras de outros sites, pois isto diminui a força da página. Se for copiar, cite a fonte e coloque o texto entre aspas ou utilize recurso de citação.

•Na hora de linkar, não use "Clique aqui". Coloque o link diretamente na palavra-chave ou na expressão-chave. Esse link na palavra reforça a página e diz para os mecanismos de busca que aquela página fala sobre aquele assunto da palavra linkada.

•Ao usar imagens, coloque o nome do arquivo da imagem usando palavra-chave ou o que a imagem é. Se a imagem for uma bola de futebol da Nike, use: bolafutebolnike.jpg (e não image5478.jpg). Use também o recurso ALT (que descreve o que é a imagem). Neste caso, use: Bola de futebol da marca Nike ou algo próximo.

Matéria de HappyHour Comunicação

Tom Zé

O cantor Tom Zé toca esmeril —um afiador de facas— na percurssão, batizada de hertzé, além de enceradeira, buzinas e outros "instruzémentos" que ele inveta.
“O planeta hoje é dominado por uma parte da sociedade. O mundo rico está cansado da vida e quer se suicidar com o mundo todo de uma vez. A minha proposta de globalização seria uma espécie de tratamento psiquiátrico para o mundo dominante e pedir que não se suicide agora.”

(Folha de S.Paulo, 18.jan.2001)

“Letra de música não é poesia, televisão não é cinema e nem cinema é literatura. Cada um tem sua linguagem e é isso que nós queremos encontrar dentro da música popular.”

(Folha de S.Paulo, 7.jan.1972)

Ele estava decidido a voltar para a Bahia e trabalhar como frentista no posto de gasolina de um primo. Foi salvo não por seus pares brasileiros, mas por um escocês interessado em world music.

Foi graças a David Byrne —artista pop de sucesso com o seu grupo Talking Heads— que Tom Zé saiu do ostracismo a que estava confinado e voltou ao centro da música popular brasileira, centro que já havia ocupado no auge do tropicalismo.

Antônio José Santana Martins nasceu em Irará, no sertão da Bahia, em 11 de outubro de 1936. Na cidade natal, trabalhou na loja de tecidos do pai. No final dos anos 50 mudou-se para Salvador.

Lá, participaria de um concurso no programa de calouros “Escada para o Sucesso”. Cantou, então, uma composição sua chamada “Rampa para o Fracasso”. Mesmo com esse título ganhou um prêmio no programa.

Empolgado, foi estudar música —contraponto, harmonia, história da música— na UFBA (Universidade Federal da Bahia), onde foi aluno de Ernst Widmer, Walter Smetak e Hans Joachim Koellreuter, que lhe apresentaram a música erudita contemporânea.

Vivendo em Salvador e estudando música, acabou fazendo amizade com músicos locais: Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e Maria Bethânia. Esse grupo fez alguns shows históricos como “Nós, por Exemplo” e “Velha Bossa Nova, Nova Bossa Velha”. Depois disso, todos vieram para São Paulo.

Na cidade, Tom Zé ganharia o primeiro lugar no 4º Festival da Record, em 9 de dezembro de 1968, com “São São Paulo”. Mesmo tendo feito parte do movimento tropicalista —incluindo sua participação no disco inaugural do movimento, “Tropicalia: Ou Panis Et Circensis” (Polygram, 1968)— não teve o mesmo reconhecimento que o restante do grupo.

O prêmio, no entanto, lhe deu a chance de lançar seu primeiro disco, “Tom Zé” (Rozemblit, 1968). Dois anos depois, lançaria mais dois discos, novamente com seu nome como título: “Tom Zé” (Continental, 1970) e “Tom Zé” (Continental, 1972).

Ainda nos anos 70, Tom Zé lançaria outros três discos: “Todos os Olhos” (Continental, 1973), “Estudando o Samba” (Continental, 1976) e “Correio da Estação do Brás” (Continental, 1978).

Apresentou nos shows de lançamento desse último disco um “órgão de eletrodomésticos”: um teclado elétrico que acionava enceradeiras, liquidificadores, geladeiras, batedeiras e centrifugadoras.

Sua gravadora na época, a Continental, não gostou muito da experiência e encerrou o contrato com o músico pouco depois. Levaria seis anos para conseguir lançar seu disco seguinte: “Nave Maria” (RGE, 1984).

Depois do sétimo álbum, sobreviveu fazendo shows no circuito universitário e com o dinheiro da venda de sua casa na praia, fruto das vendagens dos discos lançados até então.

De certa forma desiludido com a carreira, pensava em abandonar tudo e voltar para a terra natal. Um anônimo vendedor de discos contribuiria involuntariamente para sua volta.

David Byrne, interessado em world music, em viagem ao Brasil, em 1986, estava numa loja de discos no Rio de Janeiro procurando discos de samba e pagode. Enganado pelo título de “Estudando o Samba”, o vendedor incluiu esse disco na seção da loja em que Byrne escolhia o que levar.

De volta aos Estados Unidos, o músico ficou pasmo quando ouviu o trabalho daquele ilustre desconhecido e imediatamente entrou em contato com Arto Lindsay atrás de alguma pista.

Introduzido por Lindsay —músico americano que já viveu no Brasil— à história do tropicalista que não havia se tornado popular, o contratou para o seu então iniciante selo Luaka Bop. Em 1990, produziu a coletânea “Massive Hits - The Best of Tom Zé”, que além de recuperar o seu trabalho no Brasil, o lançou para o mundo.

Pôde, então, registrar seu trabalho numa sequência de discos como “The Hips of Tradition” (1992), “Tom Zé” (1994), “No Jardim da Política” (1998) e “Com Defeito de Fabricação” (1998), entre outros.

Em 2000, lançou o CD duplo “Jogos de Armar, Faça Você Mesmo”, com o primeiro disco com composições suas e o segundo disco gravado com bases para que o ouvinte remixe e faça sua próprias músicas.

Chamado de gênio pelos críticos musicais de publicações como “The New York Times” e “The Rolling Stone”, Tom Zé recuperou o antigo prestígio que, de certa forma, nunca teve. Casado com Neusa há 30 anos, Tom Zé tem um filho, Everton, do primeiro casamento.

Georges Kormikiaris
do Banco de Dados
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